Ficha Corrida

26/07/2014

Especuladores, com saudades do PrÓER, aPÓstam no AeroPÓrto!

Filed under: Aécio Neves,Abutres,Bancos,Corrupção,Corruptores,Especulação — Gilmar Crestani @ 7:50 am
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Natural. Os especuladores apostam em especulador. Uma pesquisa feita dentro da família, da 100% de votos no pai. Se pesquisarem no PCC, Marcola se elege com voto até do Alckmin. Dizer que o Mercado Financeiro, como já fez ontem o Santander, aposta em Aécio Neves é como dizer que a chuva molha. Estas Consultorias são as mesmas que às vésperas da Crise de 2008, que Lula transformou em marolinha, apostavam no Lehman Brothers…

Se não conseguem diagnosticar sequer o passado, como acreditar no dizem a respeito do futuro. Deve ser por isso que Pérsio Arida, assessor do Aécio Neves para assuntos financeiros, falou que haveria necessidade de parada no aumento do salário mínimo.

Veja o que encontrei na Folha de 1995:

“No exterior, FHC fala em criar uma rede de proteção contra a saída brusca do que chama de "capitais especulativos". Só que na semana passada foi zerado o imposto cobrado para quem desejasse investir nas Bolsas brasileiras.”  Por aqui se entende da saudade do PSDB no poder…

Como diria o Francis Fukuyama, é o fim da história! Ah que saudades que eu tenho do PROER

ELEIÇÕES 2014

Mercado financeiro reavalia chances de reeleição de Dilma

Consultorias dentro e fora do Brasil preveem vitória do tucano Aécio Neves

Modelos tentam adivinhar resultado a partir de intenções de voto, rejeição e tendências passadas

FERNANDO CANZIANDE SÃO PAULO

"Serra ou o caos", profetizava o megainvestidor George Soros caso Lula vencesse o tucano José Serra na eleição presidencial de 2002.

Doze anos depois, o mercado vê Dilma Rousseff (PT) com cada vez menos chances. Já há quem aposte na vitória da oposição, tendo Aécio Neves (PSDB) como favorito.

Várias consultorias atualizaram nesta semana palpites sobre o resultado da eleição com base nas recentes pesquisas Datafolha e Ibope.

Usando modelos mais ou menos sofisticados que levam em conta intenções de voto, rejeição, resultados e tendências de pleitos passados, elas chegam a cravar percentuais.

A brasileira MCM apostou pela primeira vez que a oposição tem chance de 60% a 40% de derrotar Dilma (antes dava lances iguais). E a japonesa Nomura ampliou de 60% (junho) para 70% agora as chances de Aécio.

Outras consultorias ainda veem Dilma com maior probabilidade de vitória. Mas ela seria cada vez menor.

Caso da brasileira Tendências, que reduziu de 60% em maio para 55% agora as chances da petista. E do norte-americano Eurasia Group, que via 70% de probabilidade em abril ante 60% hoje.

O mercado está sensível a prognósticos eleitorais. Na semana passada, o Ibovespa foi ao maior nível em 16 meses depois de o Datafolha apontar empate técnico, em um eventual segundo turno, entre Dilma e Aécio.

A Nomura aumentou para 70% as chances de vitória de Aécio apostando, principalmente, em um crescimento do candidato no Sul do país.

Em 2006 e 2010, o PSDB venceu na região. Pelo Datafolha da semana passada, Dilma lidera ali, com 36%; ante 18% de Aécio e 6% de Eduardo Campos (PSB).

"Até esse ponto, isso é uma anomalia, pois vai contra o que já aconteceu no Sudeste, que é similar ao Sul em termos políticos e sociais", afirma Tony Volpon, diretor da Nomura em Nova York.

No Sudeste, segundo o Datafolha, Dilma também lidera, com 28%. Mas a soma de Aécio (27%) e Campos (6%) já a coloca atrás da oposição.

Na contramão, mesmo tendo reduzido as chances de Dilma de 70% para 60%, o Eurasia Group vê Dilma "claramente favorita", embora com "grande probabilidade" de ir ao segundo turno.

"O andamento da economia justifica reduzir as chances da presidente", diz João Castro Neves, diretor da consultoria em Washington.

O Eurasia usa modelo desenvolvido com o instituto Ipsos que analisou 200 eleições nos últimos 20 anos. Nele, governantes com taxas de aprovação entre 40% e 60% venceram disputas em 85% das vezes. Na pesquisa Ibope, o governo é aprovado por 44%.

Para Ricardo Ribeiro, da MCM, que dá 60% de chance de vitória para a oposição, a derrota de Dilma não é garantida. Mas haveria uma "nítida deterioração da situação econômica e política" atual.

Avaliação bastante semelhante levou a Tendências a reduzir para 55% o favoritismo de Dilma, explica seu economista Rafael Cortez.

As quatro consultorias anteciparam corretamente a vitória de Dilma em 2010. Não é sempre assim. Em junho, o banco Goldman Sachs cravou 48,5% de chance de o Brasil levar a Copa. E só 11,4% para a Alemanha dos 7 a 1.

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