Ficha Corrida

21/06/2014

Caras-de-pau!

zhnÉ impressionante a capacidade camaleônica da RBS. Encamparam e continuam endossando, como fiéis reprodutores dos conteúdos da Rede Globo, o mais canhestro dos ataques contra a realização da Copa. A obviedade vinda das ruas, com cidadãos felizes em compartilharem com as torcidas que aqui aportaram, em oposição ao diuturno ataque às políticas sociais. Até parece que o editorialista da Zero Hora não sabe que a RBS reproduz, todos os dias, sem qualquer objeção, tudo que o Globo faz. E como se também não soubéssemos que a RBS, em a$$oCIAção com Globo, Folha, Estadão & Abril, faz parte do Instituto Millenium.

O mea culpa da RBS é tão verdadeiro quanto a confissão da Globo de que errou ao apoiar a ditadura. Agora perguntem se a Rede Globo, mesmo admitindo que tenha sido um erro apoiar a ditadura, pediu perdão pelo que fez ou devolveu tudo o que roubou com o apoio dos ditadores?  A RBS admite que errou, mas como ela vai indenizar as pessoas que, por conta dos ataques desferidos pelos mafiosos deixaram de ser felizes, o prejuízo que causou aos lojistas que deixaram de investir devido aos constantes ataques desferidos pela RBS contra a Copa? E como se indeniza a felicidade perdida por quem comprou a versão da RBS e deixou de confraternizar porque estaria avalizando um erro do Brasil?

Quem é pior bandido, aquele que leva na mão leve a carteira do turista ou aquela que rouba o direito de ser feliz das porto-alegrenses?!

Ademais, a RBS não me convence que este mea culpa tardio, ditado pelo seu costumeiro oportunismo, não tenha a ver com a sua irrecuperável perda da credibilidade. Mas, como na fábula da rã e do escorpião, é da natureza da RBS atacar o que é bom para depois fincar o ferrão envenenado. Embarcar nesta onda para posar de honesta só convence seus financiadores ideológicos e alguns beócios da manada. A mim, não! A RBS é o que sempre foi e será, um grupo que nasceu com a ditadura, com ela se locupletou e vive, em parceria com seus financiadores ideológicos, de atacar os movimentos sociais.

Um "mea culpa" sobre a Copa do Mundo

Enviado por Nonato Amorim, sab, 21/06/2014 – 07:57 – Atualizado em 21/06/2014 – 08:03

Autor: Nonato Amorim

Chamo a atenção para o editorial da RBS sobre a Copa do Mundo, que circula também no Jornal de Santa Catarina, de Blumenau, e A Notícia, de Joinville, e acredito, em todos os jornais do grupo no Rio Grande do Sul.

É uma baita mea culpa sobre todo o estardalhaço que fizeram:

O Brasil venceu, antes do final da Copa, o maior de todos os desafios apresentados desde a escolha do país para sediar o Mundial. Está vencida a desconfiança com a capacidade de realização do evento, estimulada durante anos pelas previsões pessimistas que envolveram principalmente a gestão das obras. Já não valem mais nada os anúncios alarmistas, muitos dos quais sustentados categoricamente, sobre estádios que não ficariam prontos, o caos nos aeroportos e os transtornos com o transporte nas 12 cidades que acolhem os jogos. Entramos agora na segunda semana da competição, e alguns riscos e falhas permanecem, como os relacionados com questões pontuais das comunicações e outros detalhes da organização nos estádios. Mas as grandes interrogações estão desde já superadas. Um balanço parcial do que aconteceu até agora livra o país da ameaça de um fracasso, fomentado pelos que, sob o pretexto de alertar para nossas deficiências, torciam contra o próprio país. O negativismo misturou-se, desde 2007, quando do anúncio da escolha do Brasil, a críticas sensatas sobre a conveniência da realização do Mundial em meio a tantas carências em áreas essenciais. Discordâncias bem fundamentadas apontavam que deveríamos dar prioridade a outras demandas mais urgentes. Os pontos de vista conflitantes se defrontaram até agora, e muitos dos críticos ainda mantêm a certeza de que o governo brasileiro errou ao lutar, com organizações privadas, para que fôssemos sede do Mundial. Nada que não deva ser encarado como natural. O que passou dos limites foi a insistência com que setores contrariados passaram a desqualificar o próprio país, antecipando o fracasso do evento, pelos mais variados motivos. Não fracassamos, e finalmente o Brasil tem suas virtudes como organizador da Copa reconhecidas pelas delegações e pela imprensa internacional. The New York Times, Wall Street Journal e The Guardian, alguns dos mais respeitados jornais do mundo, passaram a observar que os visitantes convivem hoje apenas com falhas desculpáveis em eventos com essa grandeza. É esta visão do Exterior que, ao final da competição, oferecerá a todos a imagem do Brasil. A avaliação positiva não deve, no entanto, induzir ao engano de que todas as dúvidas suscitadas foram satisfatoriamente respondidas. O setor público ainda deve aos brasileiros informações esclarecedoras sobre a participação de recursos governamentais, para que a transparência passe a fazer parte dos aspectos a serem enfatizados. Também as previsões sobre possíveis transtornos com greves e protestos de rua não se confirmaram, e o que se vê, ao contrário, são as 12 cidades, sem maiores atropelos em seu dia a dia, orgulhosas como anfitriãs. Confirma-se assim, com a hospitalidade brasileira que os estrangeiros reconhecem e agradecem, uma qualidade que nunca foi posta em dúvida.

Um "mea culpa" sobre a Copa do Mundo | GGN

Deixe um comentário »

Nenhum comentário ainda.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: