Ficha Corrida

28/05/2013

Manual de ética e transparência

Porque os grupos mafiomidiáticos, e incluo o Correio do Povo por suas ligações com Edir Macedo, não mencionam o partido quando o acusado de corrupção não é do PT? Existe algum código de “ética’” que manda incriminar apenas um partido e livrando as costas dos demais? Não é só o Correio que faz isso. Na verdade, aqui na querência este costume era mais do grupo RBS. A prática de satanizar um partido e divinizar outros é corrente no continente de São Pedro. Coincidentemente, estão livres para praticarem suas malvadezas os partidos com patrocínios ideológicos de grandes empresas e grupos conservadores. As ligações umbilicais de políticos com os grupos RBS e Correio do Povo impedem que seus nomes e partidos trafeguem com desenvoltura pelas páginas policiais. Mesmo quando chegam à cadeia, como foram Berfran Rosado e Zácchia, ainda assim relutam em incriminar os respectivos partidos. Deve ter um regra no Manuel de Redação com algo do tipo: “os nossos corruptos são melhores que os do PT”.

NO CORREIO DO POVO

Justiça indicia 30 suspeitos de fraude na prefeitura de Alvorada

Ex-prefeito João Carlos Brum está entre denunciados na Operação Cartola

A 2ª Vara Criminal de Alvorada, na Região Metropolitana, aceitou denúncia contra 30 suspeitos por fraudes em contratos de publicidade na prefeitura municipal em troca de financiamento para campanhas políticas. Entre os indiciados pelo juiz Roberto Coutinho Borba, estão o ex-prefeito, João Carlos Brum, o ex-Vice-Prefeito, Geovani Garcia dos Santos, e os sócios da Planning Propaganda de Marketing (PPG), Adyr Barbosa Nogueira e Jorge Luiz Thomaz de Souza.
O Ministério Público fez a denúncia a partir de investigações da Operação Cartola, deflagrada em 2011 em parceria com Polícia Civil, Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público de Contas. O objetivo foi desarticular esquema de fraudes em licitações em pelo menos oito prefeituras gaúchas.
Os 30 réus foram imputados por 72 fatos delituosos, elencados pelo MP. O Juiz negou, contudo, pedido de prisão preventiva. Como alternativa, determinou a suspensão de exercício de função pública, proibição de contratação com a administração pública (direta e indireta), bem como a necessidade de comparecimento em cartório a cada três meses para indicar endereço atualizado, se estão exercendo função pública ou se mantêm contrato com o poder público. Com a ressalva de que a primeira apresentação acontecerá no prazo máximo de 15 dias, após a citação. O descumprimento destas medidas cautelares alternativas poderá resultar na prisão preventiva dos acusados.
Borba destacou, entre as provas apresentadas, relatório de auditoria ordinária realizada pelo TCE que apurou um acréscimo de 326,37% dos gastos com publicidade e propaganda realizados pelo Executivo de Alvorada, sob a chefia de João Carlos Brum, entre 2006 e 2009. Tais despesas, "sabidamente, foram concretizadas por intermédio da pessoa jurídica Planning Propaganda de Marketing Ltda", frisou o magistrado.

Correio do Povo | Notícias | Justiça indicia 30 suspeitos de fraude na prefeitura de Alvorada

NO CLICRBS

Ministério Público pede bloqueio de bens de ex-prefeito e secretários de Alvorada

02 de janeiro de 2013

Uma ação do Ministério Público pede que a Justiça bloqueie os bens do ex-prefeito de Alvorada, João Carlos Brum, e mais três autoridades do município, além de três empresários. O valor, no limite de R$ 296 mil, se refere a suposto enriquecimento ilícito em uma fraude na coleta e destinação de lixo na cidade. Além do ex-prefeito, são demandados na ação por improbidade administrativa o atual vice-prefeito, Arlindo Slayfer, o ex-secretário de Serviços Urbanos, Sérgio Roberto Coutinho dos Santos, e o diretor-geral de Compras e Licitações, Sérgio Gomes Tarragô. Também constam a empresa Transportes J.C. Lopes e três sócios.

Conforme o Ministério Público, a licitação contemplou nove serviços, o que possibilitou o direcionamento do certame. Também foram detectados indícios de que a empresa foi uma das financiadoras da campanha eleitoral em 2008 em troca de obter vantagem na concorrência. Procurados pela reportagem, o ex-prefeito João Carlos Brum não atendeu ao telefone. Representantes da empresa não foram localizados.

As informações são do repórter Paulo Rocha.

1 Comentário »

  1. […] Manual de ética e transparência […]

    Pingback por Indignação e indignidade | SCOMBROS — 28/05/2013 @ 12:05 pm | Responder


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