Ficha Corrida

25/03/2012

A transparência é um sério problema dos meios de comunicação

Filed under: FSP,Grupos Mafiomidiáticos,Máfia — Gilmar Crestani @ 9:58 am

É por isso que eles criaram o Instituto Millenium, para os a$$oCIAdos serem mais transparentes. Assim, tudo o que eles fazem é coordenado, com uma central de distribuição de assunto e coordenação de ações. A mídia é Cosa Nostra!

Por Francisco Viana e Ricardo Bressan

Suzana Singer, 44, ombudsman da Folha, é uma jornalista audaciosa. Exercita a crítica da Folha em dois sentidos: junto aos leitores e à redação. É um trabalho, melhor seria dizer uma obra, construída em diversas camadas. Exige experiência para avaliar o que merece e o que não merece atenção; tempo e dedicação para conversar com leitores e editores; e, acima de tudo, paciência e sangue frio. Suzana, que foi secretaria de Redação, diretora da Revista da Folha e editora do Caderno Cotidiano, impressiona pela calma no falar e a objetividade nas respostas. Mas o que faz dela uma jornalista audaciosa é que ela vai além do jornalismo cotidiano: discute, sem medos, o próprio ofício de jornalista. E discute a sério, sem meias palavras. Nesta entrevista, ela amplia o tema para a imprensa brasileira. É ler e conferir.

O que é ser mulher e ser hoje ombudsman da Folha, no particular, e na imprensa brasileira, no geral?
Não fui a primeira mulher a ser ombudsman. Sou a terceira. A única coisa que os leitores estranham é o nome ombudsman, que é de origem sueca, não seria ombudswoman. Em alguns jornais americanos eles mudam para public editor para não dar a impressão de que é uma função masculina. Não vejo problema nenhum no fato de ser mulher. Nenhum leitor, nenhum colega vê qualquer impedimento.

A sociedade brasileira evoluiu ou a mulher ascendeu na imprensa?
As mulheres estão, cada vez mais, ocupando espaço no mercado de trabalho. No jornalismo, sem dúvida, não é diferente. Se compararmos com o panorama de 20 anos atrás, quando comecei, hoje tem muito mais mulheres jornalistas na redação e em cargos de chefia.

Se fosse fazer o trabalho que faz na Folha em relação à imprensa brasileira, que pontos positivos e negativos destacaria?
A imprensa como um todo evoluiu muito no Brasil. Reclamamos dos problemas que existem hoje, de textos mal acabados, apurações mal feitas, mas se compararmos com o jornalismo de 50 anos atrás o padrão das reportagens de televisão, rádio e o jornalismo impresso, no geral, melhorou. Eu não consigo fazer uma análise muito sintonizada, mas se pegarmos a primeira edição do jornal nacional e a edição do jornal nacional hoje, a qualidade de apuração melhorou muito. Os textos da Folha de 50 anos atrás e hoje, também, evoluíram. O jornalismo não evoluiu o suficiente porque as exigências hoje são muito maiores. Temos o desafio do mundo digital como os blogs, os portais de notícias. Existe a dúvida se os impressos vão acabar ou não. Há maior dificuldade econômica dos grandes grupos de imprensa. A imprensa no Brasil e no mundo vive um momento difícil, delicado.

Parece que na televisão a qualidade aumenta quando se separa a informação da opinião.
Disso não tenho dúvida. O leitor ganha muito mais quando se separa opinião de informação. Essa mistura não vai bem, a não ser uma revista como The Economist, que está lá num segmento muito especializado, de pessoas que já se informam em outros meios também. Tirando esses exemplos radicais, a grande mídia tem que separar opinião de informação.

O que seria mais complicado no Brasil de hoje, a apuração, os textos?
A apuração é um problema sério, principalmente, em decorrência da pressa, dessa pressão da concorrência com os meios digitais. Os jornalistas têm muitos méritos, nas denúncias de corrupção, na parte política, mas, também, há muito denuncismo. É um problema sério da imprensa no Brasil. Há problemas de transparência. Poucos órgãos de imprensa têm ombudsman ou representante dos leitores, ou se veem obrigados a publicar cartas de leitores que criticam o próprio órgão de imprensa. Esse seria um problema sério: transparência dos meios de comunicação.

Não seria porque os donos dos veículos ainda decidem muitas coisas?
Não tenho muita vivência nisso, mas percebo que sim. Quando se fala dos veículos mais nacionais, claro que há interesses norteando o noticiário, mas não são tão explícitos, tão evidentes, como são em muitos órgãos regionais.

O que poderia ser feito para diminuir essa pressão de interesse sobre o que o jornalista escreve e faz?
Existe uma discussão muito grande sobre criar um Conselho de jornalismo no Brasil, para controlar melhor os órgãos de imprensa. Eu não sou contra nada disso, só entendo que precisam ser criadas boas propostas. O que se vê hoje em dia não é nada muito efetivo ou muito reconhecido. Para o jornalista, individualmente, é muito difícil ir contra um sistema.

O denuncismo não teria virado uma cultura, uma obrigação ou uma exigência do momento brasileiro?
É um pouco de tudo. A sociedade brasileira está interessada nos assuntos que os jornalistas denunciam, mas existe uma cultura perigosa também de que qualquer coisa nós vamos fazer um escândalo e colocar em letras garrafais, sem a apuração devida, sem muitas vezes medir o tamanho da denúncia corretamente.

Poderia citar exemplos?
A apuração que a Folha fez do ministro Antônio Palocci que acabou o levando à sua queda, foi exemplar. Demonstrou que os seus negócios particulares, privados em consultorias, se desenrolaram enquanto ele chefiava a campanha da presidente Dilma. Ele enriqueceu. Não se avançou o sinal, além disso, a presidente resolveu destituir o ministro mais poderoso da República. No caso do ministro dos esportes (Orlando Silva, do PCdoB) não sei se havia razão. Muitas denúncias pareciam ter fundamento, mas chegou um momento em que qualquer coisa era motivo para "bater" no ministro. Teve uma hora em que começou-se a jogar um monte de coisas sem embasamento. Isso tem acontecido.

Quem é alvo de uma denúncia. Qual seria o comportamento mais aconselhável diante de denúncias, sejam consistentes ou não?
Nos casos dos ministros, eles não precisam muito de orientação porque são todos políticos experientes, estão acostumados. Muitos deles já foram denunciados pela imprensa. Então, eles sabem bem como agir. O que me preocupa mais, quando falamos de denuncismo, são as pessoas que não são famosas, que não são políticos e que não têm cargos públicos, traquejo. Eu escrevi uma coluna no ano passado, a respeito de um médico que supostamente teria cometido um erro e provocado a morte de um bebê. Saiu na primeira página da Folha, num monte de televisões e não era nada daquilo. Foi um misto de ignorância dos jornalistas com o fazer médico e aquela afobação para arrumar "o culpado do momento". Eu insisti muito para que ele falasse comigo. Ele não queria ver mais ninguém da imprensa. Quando a pessoa não sabe como lidar com a imprensa, se esconde e espera que a coisa passe. O que não é bom, porque hoje em dia, na internet, o nome fica para sempre associado aquilo ali. Muitas vezes a pessoa age, também de forma impensada: briga com os jornalistas, ameaça com processos.

O que os órgãos de imprensa podem fazer para superar tais impasses?
É muito importante todo órgão de imprensa ter um canal aberto, onde a pessoa, desde o leitor comum, até aquela que foi alvo de uma reportagem injusta, possa reclamar e que tenha seu lado atendido. Que ela possa procurar um órgão de imprensa e que tenha a sua versão dos fatos mostrada, exibida. A verdade é que em muitos lugares não se tem o que se fazer. Não há um canal aberto para que a pessoa possa se defender.

Por que tal canal não existe, se teoricamente vivemos em uma democracia?
Nunca foi tão forte a presença de questionamentos a respeito da mídia. Hoje, uma série de blogs fazem críticas sistemáticas da grande imprensa. Tem o twitter, as redes sociais, em que a pessoa pode dar sua versão. Essa hegemonia da grande mídia, por outro lado, tem agora um contraponto forte. Por exemplo, o livro "Privataria Tucana" que não foi ignorado totalmente, mas que teve um mínimo de atenção possível dos principais jornais do país, está na lista dos mais vendidos. Eu só consigo entender isso por meio da internet. Portanto, existe uma força que faz um contrapeso. Claro, que ainda injusto. A balança não é igual, mas contrapõe o poder da grande mídia.

Mas a que pode ser atribuído à inexistência do canal de comunicação com o cidadão?
Não tem esse canal porque esse canal incomoda. Por exemplo, se uma grande televisão fala: agora eu vou ter um ombudsman, vou prestar contas ao leitor e as pessoas que me procuram, significa que você vai ter de se explicar. Se um leitor me escreve, eu respondo para ele. Ou eu, ou o editor. Nós temos que prestar contas a esse leitor. Significa que podemos ser questionados, que estamos abertos a críticas. E ninguém gosta de crítica.

E isso incomoda só do ponto de vista da crítica, ou isso incomodaria a interesses maiores desses veículos em não ter esse diálogo com o leitor?
Eu entendo que eles têm medo. O New York Times só criou um cargo desses depois que teve o caso do Jason Blair, aquele repórter que inventava histórias. Antes, eles achavam que não era preciso. Não é uma coisa muito fácil. Ou é uma autoenganação, eu não preciso, eu tenho meu departamento, o meu SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor). Ou realmente é uma questão de que não quer prestar contas.

Aonde vai se chegar? Será que vai mudar esse comportamento?
Hoje não vejo nenhum movimento de mudança nesse sentido.

Quando a folha criou a função de ombudsman foi por pressão dos leitores ou por decisão própria?
Não existia pressão do leitor porque o leitor nem conhecia este cargo. Quando a Folha criou, os concorrentes falaram: isso é marketing! Isso não serve para nada! É só para aparecer! Foi uma das poucas coisas que a Folha criou e que ninguém mais o fez. Muitas coisas que a Folha fez, os outros jornais vieram atrás. O ombudsman não. E não pelo meu trabalho, mas pelos meus antecessores, mostra que é um trabalho de crítica dura, não é uma coisa só para constar. São 21 anos de trabalho. Já faz parte da Folha, já cristalizou. Claro que existem ressentimentos, mal-entendidos, mas já se consolidou. Eu não tenho que cobrar que se responda a um leitor. Todo mundo já sabe que tem que responder. Todo mundo já sabe que tem que dar uma correção quando se constata um erro de informação. Não é mais uma questão conflituosa.

Esse problema da falta de diálogo com o público atinge mais a televisão, o rádio? Onde é que as empresas jornalísticas são mais vulneráveis nesse convívio com a crítica, com a satisfação, com esse convívio com o leitor?
Na televisão o que acaba acontecendo hoje é uma questão ruim, porque você tem na internet, alguns blogs muito raivosos contra a mídia. E a grande mídia fica calada, fingindo que é superior a tudo isso. Então, não há diálogo, não há nada construtivo. Esses blogs só estão preocupados em atacar e não em melhorar. Eles não têm preocupação nenhuma em se aprimorar.

O que a experiência internacional ensina? As grandes redes de televisão internacionais têm ombudsman, tem esse diálogo permanente? Você poderia citar alguns exemplos?
A NPR, ABC, a NBC têm. Na Colômbia é lei. Toda televisão tem que ter um defensor. Em Portugal também é lei. Mas não são muitos, não é regra, não quer dizer que a maioria dos jornais internacionais tem. Ainda são poucos. Eles precisam ter uma vitrine. A TV cultura no Brasil teve ombudsman. Mas ele não tinha um programa na televisão, só fazia crítica interna. O que dá força ao ombudsman é ter uma vitrine para poder falar o que pensa. Pode ser às 11 da noite. Na Colômbia, o ombudsman é chamado defensor do telespectador. Há programas que entrevistam leitores. Criticam big brothers. Há essa liberdade. Não se critica só o jornalismo.

No caso brasileiro não seria mais interessante ter uma legislação como a colombiana do que os conselhos de mídia?
Eu não concordo com essa coisa de lei que obrigue a que se implemente esse tipo de coisa. Agora poderia ser uma recomendação da própria Associação Nacional dos Jornais que se tivesse, que existisse um diálogo com a sociedade.

Mas a sociedade, também, não poderia pressionar nesse sentido? Dar uma demonstração de maturidade, não seria um caminho?
Seria. O problema é que o debate, hoje, sobre o controle, sobre a mídia, é assim: qualquer coisa que se propõe, os donos da imprensa saem gritando ¿ "Isso é censura!". E do outro lado, os movimentos que vemos do governo ou de muitos sindicatos é no sentido de querer censurar mesmo. Então não é um diálogo. Ficam numa briga dos dois lados. É um cabo de guerra.

Há condições hoje, no Brasil, de se chegar ao meio do caminho e de se estabelecer a fronteira do que seria o interesse legítimo da sociedade e o que seria censura?
É difícil. Eu não saberia demarcar. É uma fronteira que, em princípio, eu defendo que se publique tudo que deve ser publicado. Que as medidas sejam a posteriori, sem censura. Eu considero qualquer coisa a priori censura.

Não há como se ter um entendimento? Por exemplo, a questão da violência, que é uma questão decorrente da imprensa brasileira. O que se tem não é uma denúncia da violência, mas uma espetacularização da violência. Quer dizer, a violência acaba virando um espetáculo. A mesma coisa acaba sendo com a questão ecológica. Como terminar com o cabo de guerra?
Existe muita espetacularização da violência. É legitimo dar destaque aos crimes. Mas tem que ter o contraponto. Tem que ter uma discussão séria sobre os números da violência, medidas que devem ser tomadas sem muito apelo. Muitas coisas que se faz não só com a violência, mas em vários assuntos, fica no limite entre o entretenimento e o jornalismo. Existe uma dificuldade grande em atender ao público e também não querer mediocrizar o noticiário. O noticiário de celebridades na internet é importantíssimo para se ter audiência. Se tirar tudo isso dos principais sites de notícias, vai cair muito o número de acessos. Só que também não dá para fazer jornalismo com big brother. Então, a gente vive esse momento esquizofrênico.

Superar esse momento depende do jornalista ou da sociedade?
Isso tudo é muito novo. Esse mundo da internet. Temos que esperar um pouco, esperar se consolidar esse tipo de audiência. Entender o que as pessoas querem ler de notícias na internet. Para satisfazer melhor essa demanda que existe do espetáculo, mas sem abrir mão do que é jornalismo de verdade. Não sei dizer se eu sou otimista quanto a melhorar. É muito cedo ainda.

Como definiria jornalismo de verdade?
Hoje em dia se publica um monte de notícias que não são notícias. Que estão lá, mas não são notícias. Fulana de tal foi vista saindo com um jogador de futebol. Isso não é notícia, é fofoca. Mas que são publicadas porque tem o mundo dos internautas procurando por isso.

Por que há tanta resistência da imprensa brasileira no direito de resposta?
Isso é um problema da imprensa. Há uma obsessão na Folha de que toda reportagem tem que ter um outro lado, vira e mexe, isso não acontece. É um problema da imprensa de não ter nem vontade, nem persistência de procurar o direito de resposta. Ouvir esse direito de resposta, que por muitas vezes, é burocraticamente registrado. O repórter está tão convencido daquela tese, que qualquer coisa que o cara falar, ele só anota ali e coloca do mesmo jeito.

Além da Folha, teria um jornal que exercesse isso, que procurasse no Brasil hoje ouvir os dois lados, que fizesse um jornalismo mais próximo ou próximo desse exercício?
Entendo que hoje em dia essa coisa dos dois lados tem ocorrido no Estado, no Globo, a televisão está caminhando para isso. Virou um valor, as pessoas querem isso. Se eles fazem direito já é outra história.

Como é o seu trabalho? Que veículos acompanha?
Tenho que ler exaustivamente a Folha, todos os dias. Leio o Estado, O Globo e o Valor. São jornais que eu leio diariamente. Tento acompanhar os principais. Não vou dizer que eu leio, mas, eu olho todos dias o El Pais e o New York Times .

O que é olhar?
Vejo a primeira página, a principal reportagem do dia. Tento seguir um mínimo de televisão, mas é muito pouco. Eu leio a Veja e a Época toda semana e, também, a Piauí.

Por que a Piauí?
Eu gosto muito da revista. Consegue fazer bons perfis políticos. Tem qualidade de reportagem. É para quando dá tempo, não é uma revista para ler rapidamente. Mas eu gosto.

E leitores, com quantos no decorrer de uma semana?
Com a ajuda do meu assistente, Daniel Vasquez, que é trainee, por semana ouvimos 8 a 9 leitores. Nós telefonamos e conversamos. Mas eu recebo uma média de 40 a 50 mensagens por dia. Todas as mensagens que são mandadas para Folha por e-mail, twitter são respondidas por mim. Começo muito cedo, às 7. Dependendo do dia, termino às 18h30, 19 horas. Vejo Jornal Nacional em casa. O pior é o domingo.

Por quê?
Porque aos finais de semana os jornais são muito grandes. Acumulam. Tem a Veja, é muita coisa. Diariamente uma crítica interna. É num formato de um blog. Tem cerca de 15 itens. Se fosse no Word daria mais ou menos 2 ou 3 laudas. Eu faço a leitura diária da Folha e desses outros jornais para fazer essa crítica interna que é divulgada dentro da redação. São mais ou menos 300 pessoas que recebem, por volta da uma e duas horas da tarde. Comento as manchetes, as principais reportagens do dia. Se chega alguma mensagem de algum leitor que eu considero que valha à pena, incluo na crítica interna. Faço essa crítica interna diariamente. Na segunda-feira é acumulado o sábado e o domingo. E na sexta eu escrevo a coluna de domingo. Então são os piores dias.

É preciso ter uma característica especial para ser ombudsman?
Paciência para lidar com os leitores. Os leitores quando me procuram, em geral, estão com muita raiva do jornal. Os corintianos estão furiosos porque a Folha chama o estádio deles de Itaquerão. Os petistas estão furiosos porque a Folha quer derrubar os ministros. Os tucanos estão furiosos porque… todo mundo está furioso. Sem paciência e sangue frio não dá certo.

Em termos técnicos, teria alguma característica essencial?
O fato de ter alguns anos de experiência ajuda muito. Ajuda a detectar problemas na apuração, nos textos. E também a ter algum discernimento. Saber o que é ou não é importante.

FV: Na sua visão o que seria um jornal ideal?
Teria que ser um jornal que fosse de fato nacional, no sentido de retratar melhor o que acontece no Brasil, fora do eixo São Paulo, Rio e Brasília. Os jornais brasileiros, ainda, são provincianos. Dão pouca atenção ao que acontece no resto do mundo.

O que seria uma cobertura internacional mais consistente?
Ter mais correspondentes fixos, que entendam melhor o que está acontecendo no mundo, nos principais pontos. E dar espaço para isso. Nas revistas, nos jornais e na TV é tudo muito comprimido, muito apertado. Como o Brasil, caminhando para uma importância maior no sentido econômico é, cada vez mais, importante a gente ter uma cobertura descente.

Francisco Viana é jornalista, mestre em filosofia política pela PUC-SP, consultor de empresas e autor do livro Hermes, a divina arte da comunicação. É diretor da Consultoria Hermes Comunicação estratégica (e-mail: viana@hermescomunicacao.com.br)

Fale com Francisco Viana: francisco_viana@terra.com.br

Opiniões expressas aqui são de exclusiva responsabilidade do autor e não necessariamente estão de acordo com os parâmetros editoriais de Terra Magazine.

A transparência é um sério problema dos meios de comunicação – Terra – Francisco Viana

Deixe um comentário »

Nenhum comentário ainda.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: