Ficha Corrida

02/02/2011

Zoológico de Arapongas

Filed under: Isto é PSDB! — Gilmar Crestani @ 5:53 pm
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Os barbudos do PSDB


Paramilitar do PSDB gaúcho!

Paramilitar do PSDB paulista!

O PSDB é um partido que erra até na escolha do mascote. O tucano só tem o bico que justifica a escolha. Muito bico e pouco cérebro os males dos tucanos são. A ave que guarda mais semelhanças, inclusive e simbolicamente, é a Araponga. É um termo com dois sentidos distintos, como ave e como agente remanescente da ditadura. Espião. Mas há outro, que teimam em se repetir, que me parece mais apropriado. O canto da araponga.

De fato, a araponga tem um canto parecido com o bater do martelo, da bigorna. Vire e mexe, os arapongas do PSDB batem cabeça por aí, sempre martelando na mesma tecla. Aqui mesmo nesta Ficha Corrida, mostrei duas “Uma ideia em duas imagens”.

Método Tucano de Arapongagem

Passou batido nos filiados da facção Instituto Millenium, mas Istoé fez o favor de jogar luz na podridão. Com o título de “Os detetives de Alckmin”, abre a matéria afirmando: “Governador de São Paulo convoca auditores, policiais e até ex-espiões para analisar contratos da administração de José Serra”.

A informação merece pelo menos duas observações.

A primeira diz respeito à prática, de certa forma paradigmática, do PSDB e particularmente cara ao ex-candidato José Serra, de trabalhar nas sombras, com espiões, montando armadilhas. Todos ainda lembramos do uso da Polícia Federal no caso Lunus, em que a então candidatura Serra detonou a concorrente Roseana Sarney. Aquele episódio afastou definitivamente Sarney das hostes tucanas e o jogou nos braços de Lula e Dilma. Quando no Ministério da Saúde, Serra também montou um “núcleo de inteligência” com arapongas do extinto SNI. Yeda Crusius, no RS, também usou e abusou do Sistema Guardião na perseguição política. Não bastasse isso, também disponibilizou a senha de acesso do mesmo sistema para ex-colegas jornalistas. Como se sabe, Yeda é ex-funcionária da RBS, que, se não explica tudo, diz muito sobre  o significado de seu gesto. Embora a grande e velha imprensa não trata disso, também não nega, como diria aquela velha tese da FSP: não pode ser comprovado, mas também não pode ser negado.

A segunda observação diz respeito ao revisionismo imposto pelo atual governador de São Paulo. Geraldo Alckmin mandou varrer a administração do correligionário e antecessor, José Serra. Ora, pode ter sido uma atitude política louvável ter poupado o candidato durante a campanha, mas eticamente, do ponto de vista dos eleitores, dos cidadãos, é injustificável. Alckmin e Serra se conhecem. Governaram juntos e alternadamente o Estado mais rico da Federação. Os sinais dados pelo atual governador, no início da gestão, é preocupante porque revela comportamentos que a imprensa, que acobertou e acoberta aquele que eles têm por “mais preparado”, “mais competente”, protege a incompetência e a malversação do dinheiro público. Não fosse Alckmin, nunca saberíamos que José Serra destruiu a administração pública paulista. Que esteve mais preocupado em aparelhar o Estado, em todos os níveis, não de correligionários, mas de corruptos e incompetentes. E, como sabemos, a velha mídia, o PIG, tolera incompetentes e corruptos na administração pública. Só não tolera petistas e sindicalistas.

Acesse a matéria completa do Blog do Favre.

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