Ficha Corrida

13/03/2010

Sociedade Mafiomidiática

Filed under: Cosa Nostra,PIG,RBS — Gilmar Crestani @ 8:44 pm
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O encontro das famiglias Sirotsky, Civita, Frias, Mesquita & Marinho, patrocinada pelo Instituto Millenium, já está rendendo frutos (Podres, como tudo o que eles produzem!) Como diria Al Capone, business is business!

A partir da esq., Nelson Sirotsky (presidente do Grupo RBS), Roberto Irineu Marinho (presidente do Conselho Administrativo e CEO da Globo), José Roberto Marinho (vice-presidente da Globo), Eduardo Sirotsky Melzer (vice-presidente executivo da RBS) e João Roberto Marinho (vice-presidente da Globo)

A partir da esq., Nelson Sirotsky (presidente do Grupo RBS), Roberto Irineu Marinho (presidente do Conselho Administrativo e CEO da Globo), José Roberto Marinho (vice-presidente da Globo), Eduardo Sirotsky Melzer (vice-presidente executivo da RBS) e João Roberto Marinho (vice-presidente da Globo)

Brota mais uma reporcagem produzida nos subterrâneos da Cosa Nostra made in Brazil, desnudada por jornalistas independentes. Não fossem os blogs, nunca saberíamos da bandidagem que está por detrás de determinadas “denúncias” da assim chamada Grande Imprensa, ou Big News, como querem ser chamadas.
A famigerada revista VEJA entrou em acordo de reciprocidade com bandidos do submundo paulistano para levantar suspeitas contra o PT. Tudo previamente combinado com seus pares do Instituto Millenium. Veja levanta a bola, com bola e tudo o mais, e os demais se encarregam de repercutir ad nauseam.
Agora um ex-funcionário da Globo, que foi editor do Jornal Nacional, Marco Aurélio Mello, conta em seu blog como José Carlos Blat atua a serviço da Globo em troca de favores. É por isso que se diz que reporcagens do PIG sempre têm bandidos nas duas pontas.

Globo usa gravação para chantagear Blat
por Marco Aurélio Mello, em seu blog

Da série ficção, a preferida dos internautas. Digamos que no início dos anos 2000 eu tivesse sido procurado por um renomado advogado criminalista de São Paulo. Digamos que ele me considerasse um interlocutor confiável a ponto de me contar alguma coisa e tentar obter de mim, em troca, alguma informação. Digamos que este renomado advogado criminalista estivesse defendendo um político polêmico que, ainda que assim o fosse, tivesse na letra morta da lei o direito de ampla defesa. Digamos também que, na conversa, ele tenha relatado que o promotor tinha feito um acordo espúrio com a Corte do Cosme Velho, para solapar a carreira política da tal personalidade polêmica. Para sustentar as suspeitas, tivesse me revelado que tal promotor teria se enriquecido ilicitamente e que era alvo de uma discreta investigação por um dos órgãos do Governo à época. Digamos, ainda, que a emissora tivesse tido acesso a material gravado por um de seus produtores especiais que comprovava a prática de crime pelo promotor, mas que teria feito acordo com ele para não divulgar a gravação em horário nobre, como fora o primeiro impulso. Para encurtar a história, digamos que tenham me perguntado se eu conhecia a existência da gravação. Teria respondido que sim. Digamos que ele tivesse me perguntado se eu conhecia o teor. Teria dito que não. E digamos, por último, que ele tenha me perguntado se eu seria capaz de localizar tal material e tomar conhecimento da denúncia. Disse que não, porque a fita jazia sobre a mesa de um importante jornalista da emissora e não podia ser subtraída de lá, sem que ninguém percebesse. Digamos que o promotor esteja na ativa até hoje, refém das organizações que o protegem, em troca de proteção e factóides eventuais, distribuídos, primeiro, a uma revista semanal de esgoto e repercutido em rede nacional no principal telejornal da emissora. Digamos que algum internauta viesse a me perguntar se isso acontece até hoje. Aí tenho que tergiversar: Nego, com veemência!

Marco Aurélio Mello se refere à armação da Veja em conluio com seus parceiros do Instituto Millenium para armarem contra o PT usando o caso Bancoop. Abaixo, Luis Nassif dá nome ao fato:

Bancoop: raio x de uma armação midiática
Por Alan Souza

Nassif, falando em escandalização da mídia: o juiz de direito Carlos Eduardo Lora Franco negou os pedidos do promotor José Carlos Blat. A decisão do juiz é simplesmente demolidora para o promotor e a Veja. Ressalva que as afirmações do promotor nem sequer são comprovadas por documentos nos autos. Aí vai o link: http://migre.me/nP9Q.

Comentário (do Luis Nassif)

Não sei se houve dolo ou não no Bancoop. As informações até agora divulgadas são insuficientes para dar consistência à acusação. Mas a sentença do juiz, negando o bloqueio de contas da Bancoop é o mais contundente documento até agora divulgado sobre as armações jornalísticas, em cumplicidade com promotores, visando criar fatos políticos sem evidências nos autos. Uma aula desnudando as formas de manipulação de inquéritos.

Confira-se que todo esse alarido foi manipulado, sem necessidade de apresentar provas (que não existem nos autos, segundo o juiz), por um promotor de atuação suspeita, há muitos anos, que sendo membro de um grupo de combate ao crime organizado, tornou-se sócio do filho de um bicheiro e inquilino de outro bicheiro – conforme reportagens que constavam dos próximos veículos que, agora, montaram essa cena.

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2 Comentários »

  1. […] A GEO Eventos nasceu sob as bênçãos do Instituto Millenium como já havia registrado neste sujinho: Sociedade Mafiomidiática. […]

    Pingback por Praia de Xangri-Lá » Blog Archive » RBS, Globo & Ricardo Teixeira a$$oCIAdos — 23/07/2011 @ 11:25 pm | Responder

  2. […] nasceu sob as bênçãos do Instituto Millenium como já havia registrado neste sujinho: Sociedade Mafiomidiática. […]

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