Ficha Corrida

21/02/2014

Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria… Ucrânia… Venezuela!

Arquivado em: Arapongagem made in USA,CIA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:28 am
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UcraniaA notícia boa é que a União Europeia, se entendi bem a estória, congelou os bens da CIA…

Choques põem Ucrânia à beira de guerra civil

Manifestantes e polícia rompem trégua; país tem dia mais sangrento desde independência, com ao menos 47 mortes

União Europeia retira vistos e congela bens de responsáveis por violência; Rússia envia representante a Kiev

DIOGO BERCITOENVIADO ESPECIAL A KIEV

A Ucrânia viveu ontem seu dia mais violento desde que se desmembrou da União Soviética, há 22 anos.

A trégua, que havia sido estabelecida no país após os confrontos desta semana, foi rapidamente desfeita pela troca de hostilidades entre o governo e opositores. Tiroteios na capital, Kiev, deixaram ao menos 47 mortos.

De acordo com informações do departamento de saúde da cidade, 75 já morreram desde a terça-feira, colocando em dúvida as já inconsistentes negociações entre o governo e a oposição.

A Ucrânia pode estar encaminhada, segundo a opinião de analistas, para uma guerra civil, com a separação entre a região leste, alinhada à Rússia, e o oeste, mais próximo da União Europeia.

A crise ucraniana começou em novembro passado, quando o presidente Viktor Yanukovich rejeitou um plano de integração à União Europeia. Ao preferir aproximar-se de sua aliada Rússia, ele revoltou parte da população –já descontente com a dependência econômica de Moscou–, que tomou a praça da Independência.

A posterior aprovação de leis repressivas, somada a embates com os manifestantes nas ruas, aprofundou o abismo entre o governo e a oposição, levando a Ucrânia a uma violenta divisão social. Hoje, protestos exigem a deposição de Yanukovich.

SANÇÕES

O presidente reuniu-se ontem, a centenas de metros desses embates, com uma delegação de ministros de três países da União Europeia (Alemanha, França e Polônia) para discutir uma solução política à crise.

O governo tem sido pressionado pelos europeus a evitar os confrontos violentos.

Pouco após a reunião, a União Europeia baniu vistos e congelou bens dos responsáveis pela violência nos protestos. Os EUA tomaram medidas similares anteontem.

De acordo com relatos, o encontro com os europeus durou cerca de quatro horas e deve continuar hoje. Há expectativas de que esse diálogo culmine no estabelecimento de um governo interino e na convocação para eleições antecipadas.

Yanukovich conversou também ao telefone com a chanceler alemã Angela Merkel, que exigiu o diálogo "urgente" com os opositores.

A solução política não é simples, porém, uma vez que a oposição na Ucrânia está enfraquecida e dividida.

A Rússia, aliada de Yanukovich, afirmou que as ações europeias e americanas são "chantagem" e que prejudicam a situação na Ucrânia.

PRISIONEIROS DE GUERRA

Em uma declaração recebida por manifestantes como absurda, o ministro ucraniano do Interior, Vitali Zakharchenko, elogiou a "contenção" e a "tolerância" das forças de segurança.

Ele afirmou, ainda, ter entregue à polícia armas de combate a serem usadas "de acordo com a lei". Segundo seu ministério, há ao menos 67 policiais detidos por manifestantes, no país.

A reportagem da Folha testemunhou alguns deles sendo transferidos na praça da Independência, escoltados por opositores como se fossem prisioneiros de guerra.

Apesar da declaração do ministro Zakharchenko, diversos opositores ouvidos pela reportagem nas ruas de Kiev descrevem a ação policial na cidade como sendo pouco contida ou tolerante.

Por outro lado, Oleh Mykhnyuk, comandante de um dos acampamentos da oposição, admitiu às agências de notícias que manifestantes atiraram coquetéis molotov contra policiais durante a trégua.

    20/02/2014

    Terrorismo de Estado made in USA

    terrorismo

    Por que o apoio dos EUA à mudança de regime na Venezuela é um erro

    Postado em 19 Feb 2014

    por : Diario do Centro do Mundo

    Publicado originalmente no Guardian.

    POR MARK WEISBROT

    Quando é considerado legítimo tentar derrubar um governo democraticamente eleito? Em Washington, a resposta sempre foi simples: quando o governo dos EUA diz que é. Não  por acaso, esta não é a forma como os governos latino-americanos, em geral, encaram a questão.

    No domingo, os governos do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela) divulgaram um comunicado sobre as manifestações da semana passada na Venezuela. Descreveram “os recentes atos de violência” na Venezuela como “tentativas de desestabilização da ordem democrática”. Eles deixaram bem claro de que lado estavam.

    Declararam “seu firme compromisso com a plena vigência das instituições democráticas e, neste contexto, rejeitam as ações criminosas de grupos violentos que querem espalhar a intolerância e o ódio na República Bolivariana da Venezuela como uma ferramenta política”.

    Podemos lembrar que quando manifestações muito maiores balançaram o Brasil no ano passado não houve declarações do Mercosul ou de governos vizinhos. Isso não é porque ninguém ama a presidente Dilma Rousseff, mas porque esses protestos não procuravam derrubar o governo democraticamente eleito do Brasil.

    A administração Obama foi um pouco mais sutil, mas também deixou claro de que lado estava. Quando o secretário de Estado John Kerry afirma que “estamos particularmente alarmados com relatos de que o governo venezuelano mantém detidos dezenas de manifestantes antigoverno”, ele está tomando uma posição política. Na verdade, houve muitos manifestantes que cometeram crimes: atacaram e feriram policiais com pedaços de concreto e coquetéis molotov, queimaram carros, destruíram e às vezes incendiaram prédios do governo, entre outros atos de violência e vandalismo.

    Um porta-voz anônimo do Departamento de Estado foi ainda mais claro na semana passada, quando expressou preocupação com o “enfraquecimento das instituições democráticas na Venezuela” e disse que havia a obrigação das “instituições governamentais responderem eficazmente à necessidades econômicas e sociais legítimas de seus cidadãos”. Ele uniu esforços com a oposição para deslegitimar o governo, uma parte vital de qualquer estratégia de “mudança de regime”.

    Claro que todos nós sabemos quem o governo dos EUA apoia na Venezuela. Eles realmente não tentam esconder: há US$ 5 milhões no orçamento federal americano de 2014 para financiar as atividades da oposição dentro do país e isso é quase certamente a ponta do iceberg – somando-se as centenas de milhões de dólares de apoio explícito nos últimos 15 anos.

    Mas o que torna importantes essas declarações atuais dos americanos e irrita os governos da região é que eles estão dizendo à oposição venezuelana que Washington está mais uma vez apoiando a mudança de regime. Kerry fez a mesma coisa em abril do ano passado, quando Maduro foi eleito presidente e o candidato da oposição Henrique Capriles afirmou que a eleição foi roubada. Kerry recusou-se a reconhecer os resultados das eleições. A postura antidemocrática agressiva de Kerry causou uma forte reação dos governos sul-americanos e ele foi forçado a mudar de curso e tacitamente reconhecer o governo Maduro. (Para quem não acompanhou esses eventos, não havia nenhuma dúvida sobre o resultado das eleições.)

    O reconhecimento de Kerry dos resultados colocou um fim à tentativa da oposição de deslegitimar o governo eleito. Depois que o partido de Maduro venceu as eleições municipais por uma larga margem em dezembro, a oposição estava derrotada. A inflação estava em 56% e houve escassez generalizada de bens de consumo, mas uma sólida maioria ainda tinha votado no governo. Sua escolha não poderia ser atribuída ao carisma pessoal de Hugo Chávez, morto há quase um ano, e nem era irracional. Embora o ano passado tenha sido duro, os últimos 11 anos – desde que o governo passou a ter o controle sobre a indústria do petróleo – têm trazido ganhos nos padrões de vida para a maioria dos venezuelanos que eram previamente marginalizados e excluídos.

    Havia muitas reclamações sobre o governo e a economia, mas os ricos e os políticos de direita da oposição não refletem os valores do povo e nem inspiram confiança.

    O líder da oposição Leopoldo López tem retratado as manifestações atuais como algo que poderia forçar Maduro a sair do cargo. Era óbvio que não havia, e ainda não há, possibilidade de isso acontecer de forma pacífica. Como o professor da Universidade da Georgia David Smilde argumentou, o governo tem tudo a perder com a violência nas manifestações e a oposição tem algo a ganhar.

    No fim de semana passado, Capriles, que estava inicialmente desconfiado de uma estratégia potencialmente violenta para a “mudança de regime”, mudou de ideia. De acordo com a Bloomberg News, ele acusou o governo de “infiltração nos protestos pacíficos para convertê-los em atos de violência e repressão”.

    Levou muito tempo para que a oposição aceitasse os resultados das eleições democráticas na Venezuela. Eles tentaram um golpe militar, apoiado pelos EUA em 2002; quando isso fracassou, tentaram derrubar o governo com uma greve do petróleo. Eles perderam uma tentativa de reclamar a presidência em 2004 e protestaram; em seguida, boicotaram as eleições para a Assembleia Nacional, sem motivo, no ano seguinte.

    A fracassada tentativa de deslegitimar a eleição presidencial em abril de 2013 foi um retorno a um passado escuro, mas não tão distante. Continua uma incógnita quão longe eles irão para ganhar por outros meios, já que não têm vencido nas urnas, e por quanto tempo terão o apoio de Washington para a mudança de regime na Venezuela.

    Diário do Centro do Mundo » Por que o apoio dos EUA à mudança de regime na Venezuela é um erro

    15/02/2014

    El Nieto de Tio Sam

    Qualquer semelhança não é mera coincidência. Se a “Time” sente-se em casa para falar do México, a Veja sente-se à vontade para falar dos EUA. Quem finanCIA cobra! O suprassumo do ridículo deu-se com a crise de 2008, quando os crimes financeiros cometidos por empresas dos EUA desencadearam a crise que se alastrou pela Europa, a Veja recebeu a capa pronta de quem a finanCIA. Além da Naspers, claro. Pior do que eles são os capachos que inundam consultórios de proctologia revistas deste tipo. Depois de emplacar uma capa da Veja, a CIA consegue uma capa doméstica, com desconto, mas em dólar.

    A revista ‘Time’ causa polêmica com uma capa de Peña Nieto

    A publicação chama o presidente de ‘salvador do México’, o que provocou deboche e paródias nas redes sociais

    Luis Pablo Beauregard Cidade do México 15 FEV 2014 – 14:07 BRST

    Imagem da capa de 24 de fevereiro.

    "Saving Mexico” – salvando o México. Depois de a revista ‘Time’ adiantar a capa da sua edição do dia 24 de fevereiro dedicada a Enrique Peña Nieto, uma polêmica tomou conta do país, especialmente nas redes sociais . O título foi acompanhado de um subtítulo também elogioso ao presidente: "Como as radicais reformas mudaram a história de um país marcado pelo narcotráfico".

    A revista, que tem tiragem de 3,2 milhões de exemplares e sairá com esta capa em suas edições na Europa, Oriente Médio, África, Ásia e no Pacífico Sul -ou seja, todas as suas edições exceto a do Estados Unidos-, foi muito criticada no Twitter e no Facebook por usuários que acham que a realidade mexicana não foi refletida na matéria. Vários comentários qualificaram a publicação como um ardiloso material de relações públicas orquestrado pelo Governo mexicano. 

    O autor da reportagem, Michael Crowley, disse no Twitter que se surpreendeu com a quantidade de críticas ao presidente que “acham que literalmente fui subornado para escrever uma história positiva sobre ele”. E pouco depois pediu que lessem seu texto antes de criticá-lo.

    Algumas paródias da revista na Internet.

    A longa reportagem é uma extensa narração dos primeiros doze meses de Peña Nieto na residência oficial. Toca em vários temas, das paixões que o político despertava em campanha até as crises que teve de enfrentar, entre elas a de violência. "Os assassinatos diminuíram em algumas áreas, mas outros crimes têm crescido", diz Crowley na reportagem. Os homens mais próximos ao presidente, o ministro do Interior, Miguel Osorio e o de Fazenda, Luis Videgaray, também foram entrevistados para a matéria.

    Não é a primeira vez que Peña Nieto ocupa a capa da ‘Time’. Em dezembro de 2012, antes de assumir a presidência, a revista fez uma matéria sobre os significados da volta do Partido Revolucionário Institucional (PRI) ao poder após 12 anos de governo da direita. Entre as suas edições, passaram-se 14 meses e ao menos dez reformas legislativas ambiciosas, quatro delas constitucionais, serviram de bandeira à administração.

    Caricatura publicada nesta sexta-feira no jornal ‘Reforma’ / CALDERÓN

    As reformas foram bem recebidas por organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a agência de classificação de risco Moodys, que após revisar as projeções do país, elevou a nota dos bônus mexicanos, que atingiram a nota A, algo que apenas o Chile havia conseguido na América Latina. “Diria que o México é de longe a nação predileta em Wall Street”, disse para a revista o diretor de mercados emergentes do Morgan Stanley, Ruchir Sharma.

    Mas o entusiasmo do mexican moment tem tido dificuldades para contagiar as ruas. O nível de aprovação do presidente caiu oito pontos entre a população e 27 entre os formadores de opinião em seu primeiro ano de Governo, segundo uma pesquisa publicada em dezembro passado.

    A lenta marcha da economia mexicana, que cresceu 1,2% em 2013, e os temas de segurança são duas das reclamações mais comuns contra a Administração. Nesta sexta-feira, o articulista Manuel Jáuregui escreveu no jornal ‘Reforma’: “Seguem nos rondando os espectros da violência e da corrupção: contra esses males que nos afligem ainda não se conseguiu reforma alguma.”

    A revista ‘Time’ causa polêmica com uma capa de Peña Nieto | Internacional | Edição Brasil no EL PAÍS

    02/02/2014

    Tomô!

    UcraniaSó doentes do Complexo de Vira-lata  em estado terminal continuam ainda praticam a arte de tirar os sapatos para entrar nos EUA. Ontem El País, em edição espanhola, revelou mais um nível na degradação moral dos EUA que mostra de forma pedagógica como se constrói terrorismo de estado.

    JANIO DE FREITAS

    Os fins dos meios

    Campos não terá mesmo a concordância de Marina em seu desejo de apoiar a recandidatura de Alckmin

    Ao sair de Brasília para encontrar-se com a secretária de Segurança Nacional dos Estados Unidos, o ministro das Relações Exteriores levava uma bagagem politicamente simples: o Brasil não deixou de condicionar a restauração das relações com os EUA, e em particular com o governo Obama, ao pedido de desculpas pela violação das comunicações da presidente e do governo brasileiros, revelada por Edward Snowden.

    Não era, por certo, o que Susan Rice esperava de Luiz Alberto Figueiredo, o que explica a brevidade do encontro depois da demorada viagem por ela pedida ao ministro. Menos de 45 minutos foram suficientes para os gestos protocolares, de chegada e de saída, e para o recheio com a explicação sobre as medidas –poucas, superficiais e sem garantias — anunciadas pelo próprio Obama na Agência Nacional de Segurança (NSA), a cidadela da espionagem.

    Menos de 24 horas antes do encontro infrutífero em Washington, Angela Merkel, ao inaugurar na tribuna do Parlamento o seu terceiro mandato de chefe do governo alemão, dedicou duros e inteligentes parágrafos à espionagem americana, que também a visou. E, inevitável, ao discurso de Obama em defesa da NSA. "As ações em que os fins justificam os meios, nas quais o uso da técnica não tem limites, traem a confiança e instauram a desconfiança."

    Os alegados fins da segurança a justificarem os meios. Razão bastante para a afirmação de Merkel, talvez jamais ouvida pelos americanos na voz de um aliado, de que Alemanha e Estados Unidos "estão muito distantes quando se trata de ética", entre "a liberdade e a ação do Estado". É estupendo que palavras assim venham da Alemanha.

    Mas historicamente grandioso para a Alemanha e seu povo, não para a humanidade. Porque são palavras dirigidas a um país e um povo que outrora as diziam ao mundo e hoje são os destinatários delas. Se não as ouvem cabisbaixos e enrubescidos, é por superpotência significar, na realidade, superprepotência.

    01/02/2014

    Pedagogia made in USA!

    Arquivado em: Arapongagem made in USA,Isto é EUA!,Terrorismo de Estado,Violência — Gilmar Crestani @ 10:05 am
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    Está explicada a predileção de nossos vira-latas e vira-bostas pela cultura pedagógica norte-americana. Pena que não praticam em si mesmos!

    La patrulla fronteriza de EE UU muestra a niños cómo disparar

    Agentes estadounidenses enseñan a los menores a tirar bolas a una silueta humana frente a la valla fronteriza con México

    Inés Santaeulalia México 1 FEB 2014 – 03:14 CET53

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    Dos niñas disparan pintura a una silueta en San Ysidro (EE UU) en 2013.

    La actividad consiste en mirar a la doble valla que separa Estados Unidos y México, apuntar el arma y disparar bolas de pintura. El objetivo es una silueta de hombre vestida con unos pantalones anchos y una camiseta. El entretenimiento para niños formó parte de la celebración que la Fundación Roberto J. Duran, creada por varios agentes fronterizos en memoria del agente Duran, fallecido en 2002, realiza desde hace 10 años en la zona fronteriza de San Ysidro (California) para recordar a los agentes caídos.

    Varias fotos, algunas publicadas en el perfil de Facebook del evento y otras dadas a conocer por el Comité de Servicios Amigos Americanos, muestran aparentemente a menores de edad, ayudados por supuestos agentes fronterizos, tratando de hacer blanco en la silueta el día 8 de junio de 2013, última edición de la celebración. Los niños, con unas edades que podrían ir de los cinco años a la adolescencia, según las imágenes, tienen la opción de escoger el arma entre un arsenal dispuesto sobre una mesa antes de disparar.

    "La persona que me proporcionó las fotos estuvo presente en el evento pero prefiere mantenerse en el anonimato. Es una persona de mi total confianza", dice el director del Comité que se dedica a trabajar con indocumentados, Pedro Ríos, a EL PAÍS desde San Diego (EE UU) en conversación telefónica. Este periódico se ha puesto en contacto por correo electrónico con la Fundación para tratar de confirmar la celebración del evento, pero no ha recibido respuesta.

    La cita anual, de nombre San Diego Fallen Agents Memorial, tiene como eje central una carrera de cinco kilómetros para adultos y de una milla para niños a lo largo de la valla fronteriza. La celebración se presenta en su página web como un día familiar con numerosas actividades para los menores como pinturas de cara, taller de arte o juegos con globos de helio.

    En ningún lugar de la página de Internet se menciona un juego con armas, pero según testigos la actividad se realiza al menos desde 2012, como se puede ver en las fotos del propio evento compartidas en Facebook. La novedad del año pasado es que se vistió a la silueta con ropas anchas y se colocó justo frente a la doble valla fronteriza. Entre las imágenes que figuran en la red social se ve apararentemente a adolescentes en el evento del año 2013 y a un niño que podría tener entre siete y diez años disparando a la silueta en la celebración de 2012. El resto de imágenes, en las que aparecen niños que aparentan corta edad, han sido difundidas por el Comité de Servicios de Amigos Americanos.

    "Es una seria falta de sensibilidad que permitan a menores de edad usar a una figura que representa a un migrante, cuando a unos 100 metros de allí agentes de la patrulla fronteriza han estado involucrados en actos donde migrantes han perdido la vida", denuncia el director del Comité.

    Este periódico solicitó información a la Patrulla Fronteriza pero a la hora de la publicación de este artículo no había recibido respuesta.

    La patrulla fronteriza de EE UU muestra a niños cómo disparar | Internacional | EL PAÍS

    30/01/2014

    Sem Condoleezza, Dilma, é tudo Rice do mesmo saco

    UcraniaEUA chamam Brasil para discutir vigilância

    Conselheira de segurança de Obama, Susan Rice promete dar explicações hoje ao chanceler brasileiro, Figueiredo

    Brasil cobra mudanças no funcionamento das agências de espionagem desde acusação de que Dilma foi monitorada

    PATRÍCIA CAMPOS MELLOENVIADA ESPECIAL A HAVANA

    O chanceler Luiz Alberto Figueiredo vai se encontrar hoje com a conselheira de segurança nacional dos EUA, Susan Rice, para discutir a revisão nas regras da Agência de Segurança Nacional (NSA).

    A informação foi antecipada ontem pelo site da Folha.

    Rice ligou para Figueiredo antes do discurso em que o presidente americano, Barack Obama, anunciou reformas no programa de espionagem americano, em 17 de janeiro.

    A conselheira tratou das reformas na agência e o convidou para encontro hoje em Washington. Na conversa, ela vai detalhar o que mudará no sistema de monitoramento.

    "Estou indo a Washington a convite da conselheira de segurança nacional, Susan Rice, para continuar o diálogo, uma vez que foi concluída a avaliação interna da NSA. Uma nova data para a visita da presidente Dilma não será discutida", disse Figueiredo em entrevista durante cúpula de países latino-americanos e caribenhos em Havana (Cuba).

    Dilma cancelou sua visita de Estado a Washington em outubro depois das revelações do ex-técnico da NSA Edward Snowden de que os EUA a teriam espionado.

    Em sua fala há duas semanas, Obama disse que os EUA "não vão monitorar as comunicações de chefes de Estado e governo de amigos e aliados próximos", a não ser que haja "motivo convincente de segurança nacional".

    O discurso foi considerado genérico pelo governo brasileiro. Agora, seria a chance de Rice explicar de maneira mais específica as mudanças planejadas na NSA.

    O encontro é visto como "um passo" no processo de reaproximação entre os dois países. Mas Dilma insiste em um pedido de desculpas de Obama pela espionagem. O encontro com Rice, segundo a Folha apurou dentro do governo brasileiro, de maneira nenhuma elimina a necessidade desse pedido.

    Os EUA já aceitaram participar da reunião sobre regras na internet que o governo brasileiro vai realizar em São Paulo, em abril.

    COMÉRCIO

    Figueiredo também vai se reunir com Mike Froman, o representante de comércio dos EUA. Na pauta estarão a abertura do mercado americano para a carne in natura brasileira, que está em fase final de negociação, e o "contencioso do algodão", em que a Organização Mundial do Comércio determinou que os subsídios dos EUA a produtores de algodão eram ilegais.

    Os países chegaram a um acordo determinando que os americanos teriam de pagar uma compensação de US$ 147 milhões por ano ao Brasil, mas os EUA deixaram de cumprir esse acordo.

    O chanceler pode dizer a Froman que, caso isso não se modifique, o Brasil cogita retaliar, elevando tarifas de importação e quebrando patentes, como previsto pela OMC.

    Segundo a Folha apurou, o governo brasileiro vai falar também sobre sua preocupação com novos tipos de ajuda a agricultores americanos que constam da Lei Agrícola aprovada pela Câmara, considerados "muito negativos".

    28/01/2014

    Governo dos EUA legitima pirataria de software

    Arquivado em: Arapongagem made in USA,Pirataria made in USA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:46 am
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    Wiki LicaOs EUA fizeram o mundo aprovar leis duríssimas contra a pirataria de computador. Se eu baixar um programa e usar sem ter licença, posso ser preso, mesmo que seja apenas para uso pessoal. Agora, os governos dos EUA e seu primeiro vassalo europeu, En Glande,também pirateiam, com o agravante de que o fazem com objetivos escusos. A pirataria, que foi a grande invenção inglesa, foi apropriada pelos filhos rebeldes, e aperfeiçoada. Hoje a tecnologia made in USA nada mais é do que um instrumento de manipulação, com fins de dominação e até de eliminação de adversários ideológicos.

    EUA e Reino Unido rastreiam aplicativos

    Após nova revelação, Casa Branca autoriza empresas de tecnologia a divulgar pedidos de informação do governo

    Coleta de dados pessoais incluía até orientação sexual; usuários do jogo ‘Angry Birds’ eram parte dos monitorados

    ISABEL FLECKDE NOVA YORK

    Documentos secretos da inteligência britânica revelam que a Agência Nacional de Segurança (NSA, da sigla em inglês) americana e a GCHQ, sua equivalente no Reino Unido, conseguem rastrear dados de usuários de aplicativos de smartphones.

    Entre as informações que podem ser coletadas estão desde modelo e tamanho da tela do telefone até localização, idade e gênero do usuário, segundo documentos vazados pelo ex-técnico da NSA Edward Snowden ao "New York Times", ao "Guardian" e à agência "ProPublica".

    Não está claro quando Snowden, asilado na Rússia, divulgou os novos papéis.

    A Casa Branca não falou sobre o tema ontem. À noite, porém, o Departamento de Justiça anunciou que permitirá às empresas de tecnologia divulgar casos em que o governo as obrigou a fornecer informações dos usuários.

    Essa foi uma das mudanças na NSA anunciadas pelo presidente Barack Obama no último dia 17, junto com a limitação da coleta de dados telefônicos pela agência a suspeitos e seus interlocutores.

    FOTOS DE CELULAR

    Um dos relatórios britânicos sobre rastreamento de smartphones, de 2012, afirma que é possível vasculhar aplicativos que mapeiam detalhes pessoais, como "alinhamento político" de um usuário ou sua orientação sexual.

    Os papéis não deixam claro a quantidade de dados coletada e armazenada pelas agências, quantos usuários teriam sido afetados ou se o monitoramento –classificado de "rotina"– extrapola as fronteiras dos dois países.

    Aplicativos mais antigos seriam os mais rastreados, mas as duas agências teriam a mesma capacidade sobre alguns mais recentes, como o popular jogo "Angry Birds".

    Os governos americano e britânico estariam desenvolvendo desde 2007 modos de buscar e armazenar dados a partir de dezenas de aplicativos. Desde então, NSA e GCHQ colaboram entre si para rastrear a localização e informações sobre o planejamento de alvos que usem o Google Maps em seu smartphone.

    Elas ainda têm acesso a listas de contato, registros de telefone e até dados geográficos em fotos postadas, pelo celular, nos aplicativos do Facebook, do Flickr, do LinkedIn e do Twitter, entre outros.

    Em um slide de maio de 2010, a NSA sugere ter atingido o "cenário perfeito" para a espionagem: "Ter como alvo uma foto postada num site de mídia social por meio de um aparelho móvel. Que informações podemos obter?".

    A informação gerada por cada aplicativo é escolhida por seus criadores. Algumas delas, porém, já não configuram só os metadados (informações sobre o envio da mensagem), mas sim o conteúdo da comunicação. Os EUA alegam que a espionagem da NSA só abrange metadados.

    08/01/2014

    Democracia sem opositores made in USA!

    Arquivado em: CIA,Democracia made in USA,FBI,NSA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 9:42 am
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    Para bem entender como funciona a democracia made in USA, basta uma frase: “Nunca los capturaron, y los documentos robados que enviaron por correo de forma anónima a varios periódicos fueron la primera gota de lo que iba a convertirse en una lluvia de revelaciones sobre las extensas actividades de espionaje y guerra sucia del FBI contra grupos disidentes.”

    Isso mesmo, extensas atividades de espionagem e guerra suja contra quem ouse discordar do Tio Sam. Se fazem isso com os próprios cidadãos, o que não fazem mundo afora?

    Quantas siglas de espionagem têm os EUA? Dentre outras, posso citar de memória: CIA, NSA, FBI, DEA, Departamento de Estado, Consulados, Embaixadas…

    Foi a mesma democracia perfeita que tentaram implantar no Brasil em 1964, como mostrou ontem El País.

    E continuam fazendo. No Brasil, por exemplo, por trás das máscaras dos anonymous há sempre um rosto muito familiar à CIA/NSA. São os amestrados dos grupos mafiomidiáticos. Odeiam que o Brasil melhores, ou que procure distribuir renda seja em forma de Bolsa Família, seja através de políticos compensatórias, como as cotas.

    Los ‘Snowden’ que robaron al FBI en 1971

    Emergen varios activistas que hace 43 años filtraron documentos secretos de EEUU

    Mark Mazzetti (NYT) Filadelfia 7 ENE 2014 – 21:19 CET19

    John y Bonnie Raines, dos de los activistas que robaron los documentos, con sus nietos. / Mark Makela (NYT)

    Cometer un crimen perfecto es mucho más fácil cuando no hay nadie que vigile.

    Por eso, una noche de hace casi 43 años, mientras Muhammad Ali y Joe Frazier se aporreaban durante 15 asaltos en una pelea por el título mundial, retransmitida a millones de espectadores de todo el mundo, unos ladrones agarraron una ganzúa y una barra de hierro, entraron en una oficina del Federal Bureau of Investigation (FBI) a las afueras de Filadelfia y se llevaron prácticamente todos los documentos que había allí.

    Nunca los capturaron, y los documentos robados que enviaron por correo de forma anónima a varios periódicos fueron la primera gota de lo que iba a convertirse en una lluvia de revelaciones sobre las extensas actividades de espionaje y guerra sucia del FBI contra grupos disidentes.

    El robo cometido en Media, Pennsylvania, el 8 de marzo de 1971, tiene resonancias históricas que llegan hasta hoy, después de que las informaciones dadas a conocer por el excontratista de la Agencia Nacional de Seguridad (NSA) Edward J. Snowden hayan vuelto a dar una imagen nada favorable de las actividades de inteligencia del Gobierno y hayan abierto un debate nacional sobre los límites de las operaciones de vigilancia del Ejecutivo. Hasta ahora, los ladrones se habían mantenido en silencio sobre sus respectivos papeles en la operación. Se conformaban con saber que sus acciones dieron el primer golpe importante a una institución que había acumulado un poder y un prestigio inmensos durante el largo mandato de J. Edgar Hoover como director.

    “Cuando se hablaba con alguien de fuera del movimiento sobre lo que estaba haciendo el FBI, nadie podía creérselo”, dice uno de los ladrones, Keith Forsyth, que por fin ha decidido reconocer su participación. “No había más que una forma de convencer a la gente de que era verdad, y era obtener los documentos escritos de su puño y letra”.

    A estas alturas, ya no es posible juzgar por lo sucedido aquella noche a Forsyth, de 63 años, ni a otros miembros del grupo, y ellos han aceptado ser entrevistados antes de que se publique esta semana el libro escrito por una de las primeras periodistas que recibió los documentos robados. Betty Medsger, antigua redactora de The Washington Post, ha pasado años examinando el voluminoso expediente del FBI. sobre el caso y ha convencido a cinco de los ocho hombres y mujeres que participaron en el robo para que rompan su silencio.

    A diferencia de Snowden, que descargó cientos de miles de archivos digitales de la NSA. en discos duros, los ladrones de Media trabajaron con métodos del siglo XX: estudiaron la oficina del FBI durante meses, se pusieron guantes para meter los papeles en maletas y colocaron las maletas en los coches preparados para la huida. Al terminar, se dispersaron. Algunos siguieron comprometidos en la lucha contra la guerra, mientras que otros, como John y Bonnie Raines, decidieron que el peligroso robo iba a ser su último acto de protesta contra la Guerra de Vietnam y otras acciones del gobierno y que querían cambiar de vida.

    “No necesitábamos llamar la atención, porque habíamos hecho lo que había que hacer”, dice Raines, hoy de 80 años, que había dispuesto con su esposa que otros familiares criaran a los tres hijos en caso de que les enviaran a la cárcel. “Los sesenta ya habían quedado atrás. No teníamos por qué aferrarnos a lo que habíamos hecho entonces”.

    Un plan meticuloso

    El robo fue idea de William C. Davidon, catedrático de física en Haverford College y un personaje fijo en todas las protestas contra la guerra en Filadelfia, que, a principios de los setenta, era un foco candente del movimiento pacifista. Davidon se sentía frustrado por el hecho de que años y años de manifestaciones organizadas no parecían haber surtido un gran efecto.

    En el verano de 1970, meses después de que el presidente Richard M. Nixon anunciara que Estados Unidos había invadido Camboya, Davidon empezó a formar un equipo con varios activistas cuyo compromiso y cuya discreción le inspiraban confianza.

    El grupo –en un principio nueve, antes de que se retirase un miembro– llegó a la conclusión de que sería demasiado arriesgado tratar de entrar en las oficinas del FBI. en el centro de Filadelfia, donde las medidas de seguridad eran estrictas. De modo que se decidieron por una oficina más pequeña en Media, en un edificio de apartamentos situado enfrente de los juzgados del condado.

    La decisión también tenía sus riesgos: nadie sabía con seguridad si una oficina tan pequeña iba a tener documentos sobre las operaciones de vigilancia de los manifestantes contra la guerra, ni si saltaría alguna alarma en cuanto abrieran la puerta.

    El grupo pasó meses vigilando el edificio, pasando por delante a todas horas del día y de la noche, aprendiéndose de memoria las costumbres de sus residentes.

    “Sabíamos cuándo volvían a casa del trabajo, cuándo apagaban la luz, cuándo se acostaban, cuándo se despertaban por la mañana”, dice Raines, que era profesor de religión en Temple University por aquel entonces. “Estábamos bastante seguros de conocer las actividades nocturnas en el edificio y alrededor de él”.

    Pero cuando el grupo se quedó tranquilo fue cuando Bonnie Raines entró en la oficina y pudieron convencerse de que no tenía sistema de seguridad. Varias semanas antes del robo, Raines visitó la oficina haciéndose pasar por una alumna de Swarthmore College interesada en las oportunidades de empleo para las mujeres en el FBI.

    El robo en sí se desarrolló sin ningún problema, salvo cuando Forsyth, el designado para forzar la cerradura, descubrió que el FBI había instalado en la puerta prevista un cierre que le era imposible abrir y tuvo que entrar por otra. El cierre de esta segunda puerta era un cerrojo sobre el picaporte que rompió con la barra de hierro.

    Después de meter los documentos en maletas, los ladrones se subieron a los coches que tenían preparados y se reunieron en una granja para examinar lo que habían robado. Sintieron gran alivio al descubrir que la mayor parte consistía en sólidas pruebas de que el FBI estaba espiando a grupos políticos. Decidieron identificarse como la Comisión Ciudadana para Investigar al FBI y empezaron a enviar documentos escogidos a varios periodistas. Dos semanas después del robo, Betty Medsger escribió el primer artículo basado en los documentos, después de que el gobierno de Nixon intentara sin éxito que el Post los devolviera.

    Otros medios que también habían recibido papeles, entre ellos The New York Times, siguieron con sus propias informaciones.

    El artículo de Medsger citaba el documento quizá más perjudicial de todos, un memorándum de 1970 que permitía atisbar la obsesión de Hoover por cazar a los disidentes. En él se instaba a los agentes a intensificar sus interrogatorios de activistas antibélicos y miembros de grupos estudiantiles disidentes.

    “Reforzará la paranoia endémica de esos círculos y convencerá aún más a todo el mundo de que hay un agente del FBI detrás de cada buzón”, decía el mensaje del cuartel general del F.B.I. Otro papel, firmado por el propio Hoover, revelaba una extensa operación de vigilancia de grupos estudiantiles negros en los campus universitarios.

    Ahora bien, el documento que más habría ayudado a controlar las operaciones de vigilancia interna del FBI era una nota interna, con fecha de 1968, que contenía una palabra misteriosa: Cointelpro.

    Ni los ladrones ni los reporteros que recibieron los documentos entendían el significado del término, y hubo que esperar a años más tarde, cuando el periodista de NBC News Carl Stern obtuvo más expedientes del FBI gracias a las obligaciones marcadas por la Ley de Libertad de Información, para que se perfilara qué era Cointelpro, abreviatura de Counterintelligence Program.

    Desde 1956, el FBI llevaba a cabo un programa exhaustivo de espionaje de líderes de los derechos civiles, organizadores políticos y presuntos comunistas, y había intentado sembrar la desconfianza entre los distintos grupos de disidentes. Entre la siniestra lista de revelaciones se encontraba una carta con la que los agentes del F.B.I. habían querido chantajear al reverendo Martin Luther King Jr., al que amenazaban con denunciar sus aventuras extramatrimoniales si no se suicidaba.

    “No era solo que espiaran a ciudadanos estadounidenses”, dice Loch K. Johnson, catedrático de asuntos públicos e internacionales en la Universidad de Georgia, que entonces era ayudante del senador demócrata por Idaho Frank Church. “El propósito de Cointelpro era destruir vidas y arruinar reputaciones”.

    La investigación llevada a cabo por el senador Church a mediados de los setenta puso permitió saber más sobre la extensión de los delitos cometidos por el FBI, y desembocó en una mayor vigilancia por parte del Congreso de las actividades del FBI y otros servicios de inteligencia. El informe final del Comité Church sobre las operaciones de vigilancia interna era muy directo. “Demasiados organismos oficiales han espiado a demasiada gente, y se ha reunido demasiada información”, decía.

    Cuando el comité publicó su informe, Hoover ya había muerto y el imperio que había construido en el F.B.I. estaba desmantelándose. Los 200 agentes que había asignado al caso del robo en Media volvieron casi con las manos vacías, y el FBI cerró el caso el 11 de marzo de 1976, tres días después de que prescribiera el delito de robo.

    Michael P. Kortan, portavoz del F.B.I., dice que “varios acontecimientos de esa era, incluido el robo en Media, contribuyeron a cambiar los métodos del F.B.I. para identificar y abordar las amenzas internas contra la seguridad y a que el Departamento de Justicia emprendiera una reforma de las políticas y los métodos del F.B.I., y creara unas directrices de investigación”.

    Según el libro de Medsger, The Burglary: The Discovery of J. Edgar Hoover’s Secret FBI (El robo: el descubrimiento del FBI secreto de J. Edgar Hoover), solo uno de los ladrones figuraba en la lista definitiva de sospechosos que se manejó antes de dar el caso por cerrado.

    Una retirada silenciosa

    Los ocho ladrones apenas se comunicaron durante la investigación del FBI y no volvieron a verse jamás en grupo.

    Davidon murió a finales del año pasado de Parkinson. Tenía pensado hablar públicamente sobre su papel en el robo, pero otros tres ladrones, en cambio, han preferido mantenerse en el anonimato.

    Entre los que sí han revelado sus nombres –Forsyth, los Raines y un hombre llamado Bob Williamson–, existe cierta preocupación por cómo se va a valorar su decisión.

    Los años han moderado en parte las opiniones políticas radicales de John y Bonnie Raines. Sin embargo, dicen que sienten cierta afinidad con Edward Snowden, cuyas revelaciones sobre el espionaje de la NSA. les parecen un final digno de sus propios descubrimientos de hace tanto tiempo.

    Saben que algunas personas les criticarán por haber participado en algo así, que, si les hubieran capturado y condenado, habrían podido estar separados de sus hijos durante años. Pero insisten en que nunca se habrían unido al grupo de ladrones si no hubieran estado convencidos de que iban a librarse de la cárcel.

    “Parece como si hubiéramos sido increíblemente osados”, dice Raines. “Pero no había ni una sola persona en Washington –senadores, congresistas, ni siquiera el presidente– que se atreviera a pedir cuentas a J. Edgar Hoover”.

    “Teníamos muy claro –concluye– que, si no lo hacíamos nosotros, nadie más lo iba a hacer”.

    Traducción de María Luisa Rodríguez Tapia.

    Los ‘Snowden’ que robaron al FBI en 1971 | Internacional | EL PAÍS

    07/01/2014

    EUA, origem todos os males

    Quer saber um pouco mais como funcionam os golpes made in USA, leia: Ações de derrubada de governos patrocinadas pela CIA

    60% das armas de fogo rastreadas em El Salvador provêm dos EUA

    O dado aponta que a maioria já não vem mais do arsenal acumulado durante a guerra civil

    Eva Saiz Washington 6 JAN 2014 – 10:43 BRST

    Agentes da Agência de Álcool,Tabaco, Armas e Explosivos estadunidense. / AFP

    Cerca de 60% das armas legais rastreadas em El Salvador têm sua origem nos Estados Unidos. O dado, obtido graças a um programa de colaboração entre o Governo salvadorenho e a Agência de Álcool, Tabaco, Armas e Explosivos norte-americana (ATF, na sigla em inglês), demonstra que, nos últimos anos, se produziu uma mudança de tendência na procedência das armas no país da América Central. Antes, os arsenais empregados na maioria dos homicídios dessa nação eram atribuídos ao arsenal empregado na sua guerra civil. Agora, são as redes de traficantes as que controlam o fluxo. 

    “O dado é relevante, porque demonstra que não são todas as armas que provêm dos EUA, como se pensava, mas para ter informação mais precisa é necessário verificar a procedência de 100% das armas legais que entram e se encontram no país”, explica de El Salvador, Harry Peñate, o delegado da ATF para toda a América Central. A agência norte-americana está há dois anos colaborando com entidades salvadorenhas e formando seus agentes e promotores na manipulação do sistema e Trace, que permite investigar e seguir a origem concreta das armas de fogo registradas nos EUA através de todo o planeta. “Estamos trabalhando com o Instituto, com a Divisão de Armas e Explosivos e também mantemos parcerias com o Ministério da Defesa de El Salvador”, explica Peñate. A ATF tem programas de cooperação similares com a Guatemala e Honduras.

    Graças a essa colaboração, desde 2011 rastrearam-se 38.850 das 200.000 armas legais que se estima que estão circulando neste momento em El Salvador. “Os números não são completos e queremos que exista a vontade política de que se rastreie 100% das armas que se empregaram em crimes, só assim poderemos obter um seguimento eficaz e satisfatório”, explica Peñate.

    Há muitas armas, como se queixa o responsável pela ATF, que ainda não puderam ser analisadas em El Salvador. “Na América Central, em cada Estado tem uma autoridade encarregada de autorizar a entrada de armas. No caso de escopetas e rifles, muitas procedem de seus grandes fabricantes, como a Coreia do Sul, China, Bélgica, Rússia ou Itália e muitas destas armas passam de um país a outro. Se esse arsenal não é controlado, não podemos averiguar sua procedência”, lamenta Peñate.

    El Salvador é o segundo país com a maior taxa de homicídios do mundo, com 69,2 mortes para cada 100 habitantes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, atrás de Honduras, com 91, 6 mortes para cada 100 habitantes. 70% dessas mortes foram provocadas por uma arma de fogo. Os programas e Trace e IBIS (Sistemas Integrados de Identificação Balística) da ATF permitem rastrear a origem das cápsulas e das armas encontradas em locais onde se cometeu um crime.

    Até agora, grande parte das armas empregadas nos homicídios eram atribuídas aos arsenais da guerra civil salvadorenha, entre 1979 e 1992 -boa parte do mesmo também foi facilitada pelos EUA através de contrabando-, e de outras introduzidas por países vizinhos, como a Guatemala ou Honduras. Um dos problemas mais importantes na hora de rastrear as armas, de acordo com Peñate, são os “pontos cegos” das fronteiras com esses países. “São armas usadas em crimes na Guatemala, por exemplo, e que depois acabam em El Salvador”.

    A colaboração entre a ATF e El Salvador demonstrou que agora muitas armas procedem diretamente dos EUA. “Às vezes são compradas de maneira legal, mas depois são vendidas às lideranças do crime organizado”, explica Peñate. A via primeiramente mais habitual é através do que a ATF denomina “passo de formiga”, pessoas que compram as armas nos EUA e depois as mandam para El Salvador “escondidas nos envios de partes usadas de veículos, ou dentro de refrigeradores ou DVD, em roupa usada…. Há muitos modos”, assinala o responsável regional da agência.

    Graças aos programas de rastreio, pode se chegar até o comprador nos EUA e, ali, os agentes da ATF encarregam-se de identificar e parar o comprador. “Há muitíssima gente adquirindo armas para enviá-las a El Salvador, especialmente em Los Angeles e Marilândia, porque é onde se concentra a maior parte dos emigrantes desse país, mas também na Flórida ou Texas, Estados onde a legislação sobre as armas é mais permissiva”, aponta Peñate.

    Além do rastreio, outra das funções das autoridades é a destruição das armas apreendidas, uma matéria pendente entre os governos da região, – El Salvador e Guatemala, especialmente-, que, por enquanto, não puderam eliminar com sucesso as armas empregadas em suas guerras civis, um arsenal que caiu em mãos de grupos do crime organizado. Eduardo Azucena, o diretor da Divisão de Armas e Explosivos da Polícia Nacional salvadorenha, reconheceu há algumas semanas que em seu país estavam localizadas 30.000 armas que não puderam ser destruídas devido a disposições legais. Porém, as autoridades de El Salvador tinham previsto terminar o mês de dezembro do ano passado com 1.722 armas apreendidas.

    60% das armas de fogo rastreadas em El Salvador provêm dos EUA | Internacional | Edição Brasil no EL PAÍS

    06/01/2014

    Onde há fumaça, há ianques.

    Arquivado em: Ditadura,Edward Snowden,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 11:06 pm
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    E ainda hoje, não só pelo que revelou Edward Snowden, mas pela história, desde sempre, os EUA estão por trás de todos os golpes e desestabilizações. Se não o faz diretamente, envia armas, compra manifestantes. Desestabiliza usando empresas com as quais mantém relações privilegiadas. O verdadeiro terrorismo, o terrorismo de estado, tem seu centro de excelência nos EUA. A criação do Instituto Millenium como o foi a OBAN, do honorável Cidadão Boilesen, são formas com as quais os EUA injetam dinheiro e ajudam preparar ambientes de golpe. Não há uma guerra, revolução ou golpe que não tenha o dedo dos EUA no meio. Até aí, tudo bem, como mostra a história da humanidade, desde persas e gregos, passando pelos romanos e Espanha. É da natureza dos impérios. Deles se espera exatamente isto, pior, e também não é novidade, são os mercenários que os impérios conseguem alugar dentro dos países que visam destruir. Senão, o que explicaria tamanha campanha para o insucesso do Brasil. Outra não foi a razão da criação do Complexo de Vira-latas.

    Graças a Deus, o que ele desejava para os brasileiros ele encontrou, como São Paulo no caminho para Damasco, em Dallas!

    Kennedy sugeriu intervir militarmente no Brasil para tirar Jango do poder

    Gravações mostram que os EUA pensavam em invadir o Brasil para depor João Goulart antes da concretização do golpe

    Felipe Vanini / Marina Rossi São Paulo 6 JAN 2014 – 15:48 BRST

    O ex-presidente dos EUA John F. Kennedy. / CORBIS

    Exatamente 46 dias antes de ser assassinado com um tiro em Dallas, no Texas, o então presidente norte-americano John F. Kennedy discutiu na Casa Branca uma possível intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil para depor o presidente João Goulart, conhecido como Jango.

    A informação é do jornalista e colunista dos jornais Folha de S. Paulo e O Globo, Elio Gaspari, que localizou um arquivo de áudio de uma reunião de dois dias ocorrida na Casa Branca – de 7 a 8 de outubro de 1963 – no qual Kennedy debate a situação do Brasil e do Vietnã e questiona o ex-embaixador norte-americano no Brasil Lincoln Gordon sobre a possibilidade da intervenção. “Você vê a situação indo para onde deveria? Acha aconselhável que façamos uma intervenção militar?”, questiona o Kennedy.

    De acordo com Marcos Vinícius de Freitas, professor de Relações Internacionais da Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap), os Estados Unidos consideravam que a influência comunista crescia de maneira desproporcional na região e relata uma conversa que teve com Gordon, que, depois de deixar o serviço diplomático norte-americano, foi reitor da Jonhs Hopkins University.

    “Gordon confidenciou que os norte-americanos consideravam que, uma vez sob a esfera comunista, o processo de retorno ao capitalismo era irreversível”, diz Vinícius de Freitas. “As companhias dos Estados Unidos também haviam investido fortemente no Brasil após a segunda II Guerra Mundial e a proposta de Jango de taxação de 10% das remessas de multinacionais ao exterior afrontava esses interesses.”

    Segundo Luiz Antônio Dias, professor de História do Brasil da PUC-SP, os Estados Unidos estavam em compasso de espera, aguardando o desenlace dos acontecimentos no país. Ele lembra que o Governo de Kennedy, após não ter conseguido desestabilizar o regime cubano, não poderia permitir o surgimento de um novo polo irradiador comunista. Muito menos no maior país da América do Sul. “Na sequência, o que aconteceu foi que os acontecimentos internos atenderam aos interesses norte-americanos. Houve apenas apoio logístico e o envio de material bélico, como já se reconhece por uma farta documentação disponível, não uma intervenção militar direta, como no Chile”, diz ele.

    O encontro na Casa Branca debatia o contexto brasileiro vivido na época. João Goulart era o vice-presidente de Jânio Quadros que, em 25 de agosto de 1961, renunciou ao cargo. Como Jango estava em uma missão diplomática na China nessa data, os ministros militares tentaram impedir que ele tomasse posse como presidente, pois viam nele uma ameaça ao país por seus vínculos com o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e com o Partido Socialista Brasileiro (PSB).

    Liderado pelo governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizolla, deu-se início à Campanha da Legalidade, mobilizando o Estado em defesa de Jango. Com a condição de aprovar o regime do parlamentarismo pelo Congresso, Jango toma posse no dia 8 de setembro de 1961, tendo como primeiro-ministro Tancredo Neves.

    Os norte-americanos temiam que Jango aprofundasse a plataforma de um governo de esquerda e seguisse os passos do cubano Fidel Castro. A situação no Brasil era complicada. A economia estava fragilizada por uma série de fatores, entre eles, a inflação continuava alta. Os militares faziam uma oposição cada vez mais forte ao Governo Jango, culminando, entre a noite do dia 31 de março de 1964 e primeiro de abril, no golpe militar, que levou Jango a se exilar no Uruguai e ter seus direitos cassados por 10 anos.

    Pouco tempo depois, Jango fugiu para a Argentina, onde morreu, segundo a história oficial, vítima de um ataque cardíaco, em 6 de dezembro de 1976. Há suspeitas, porém, que Jango tenha sido envenenado, numa ação da Operação Condor. Por isso, em novembro do ano passado, o corpo do ex-presidente foi exumado, por orientação da Comissão Nacional da Verdade, para investigar o motivo de sua morte. Em dezembro do ano passado, os restos mortais de Jango foram enterrados pela segunda vez, agora em sua cidade natal, São Borja, no Rio Grande do Sul, com honras de chefe de Estado.

    O professor Luiz Antônio Dias lembra que, embora ainda não tenha sido encontrada nenhuma evidência material irrefutável, a historiografia nacional reconhece que havia planos de assassinar Jango e que sua morte pode ter sido obra da junta militar brasileira. Um dos testemunhas nesse sentido é do ex-agente do serviço secreto uruguaio Mario Neira Barreto (veja um trecho extraído do do documentário Dossiê Jango).

    Gravações clandestinas

    As gravações dos encontros de outubro de 63 foram postadas na internet pela Biblioteca Kennedy há pelo menos um ano e fazem parte de um conjunto de gravações clandestinas feitas pelo próprio Kennedy de suas reuniões desde 1962, quando deu início à série ao gravar justamente o encontro com Gordon.

    Após o embaixador falar sobre eventuais parcerias culturais entre os dois países, Kennedy o interrompe com a pergunta: “Temos alguma decisão imediata para pressioná-lo?”, referindo-se a João Goulart. “O que devemos fazer imediatamente no campo político, nada?”. Gordon, então, revelou dois planos: “Ou Goulart abandona a imagem [de esquerdista] e resolve pacificamente. Ou talvez não tão pacífico, sendo tirado involuntariamente.”

    Enquanto isso, para Jango, não havia motivos para desconfiar de Kennedy. No início de 1963, o Brasil acertava com os EUA um empréstimo de cerca de 400 milhões de dólares — dos quais o governo brasileiro só receberia um quinto do valor. Além disso, como prova da boa relação entre ambos os governos, Jango e sua mulher, Maria Thereza, haviam sido recebidos por John e Jacqueline Kennedy na Casa Branca.

    No golpe militar de 1964, a intervenção militar norte-americana acabou sendo desnecessária. A perda de apoio do governo Jango, sua indecisão e a traição de alguns homens de sua confiança, além do fortalecimento da ala militar, contribuíram para a sua deposição.

    A informação revelada por Gaspari constará da versão ampliada do livro A Ditadura Envergonhada, uma publicação sobre o regime ditatorial vivido no Brasil entre 1964 e 1985, que será relançada em fevereiro no Brasil.

    Kennedy sugeriu intervir militarmente no Brasil para tirar Jango do poder | Politica | Edição Brasil no EL PAÍS

    01/01/2014

    VTC, NSA!

    Arquivado em: Arapongagem made in USA,Edward Snowden,NSA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:57 pm
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    tio sam scanVai tomar no teu computer, NSA!

    Sempre soube, o Iphone é uma merda. Prefiro iphin…

    O iOS é todo fechadinho, impede instalação de piratas e para instalar qualquer joguinho tem de pagar.

    Já no Android, instala qualquer app sem pagar um centavo. E muda como e quanto quiser.

    Adivinhe qual dos dois é finanCIAdo pela NSA?

    Como eles pirateiam nossos dados e nossa confiança, porque não podemos piratear os aplicativos destes piratas?

    NSA tem acesso irrestrito aos dados do iPhone, diz Forbes

    qua, 01/01/2014 – 10:11

    De O Globo

    NSA tem acesso total ao iPhone, diz Forbes

    Documentos vazados indicam que a implantação de malware espião no smartphone da Apple tem 100% de sucesso

    Especialista em segurança acredita que a própria Apple pode ter sido conivente, mas empresa nega

    RIO – Relatórios vazados da NSA por Edward Snowden revelam a aparente capacidade da agência de segurança nacional dos EUA de acessar praticamente todos os seus dados do iPhone através de um programa chamado DROPOUTJEEP, de acordo com o pesquisador de segurança Jacob Applebaum (@ioerror).

    De acordo com a “Forbes”, citando o site “The Daily Dot”, durante o discurso de Applebaum no “30C3” (30º Chaos Communication Congress), intitulado “Proteger e infectar — a militarização da internet”, nesta segunda-feira, em Hamburgo, na Alemanha, algumas informações surpreendentes sobre o programa foram esmiuçadas.

    Também segundo a Forbes, com base nos documentos vazados da NSA, a agência americana desviou laptops encomendados on-line com o objetivo de neles instalar spyware e hardware malicioso para depois enviá-los aos compradores.

    A revista alemã Der Spiegel já tinha informado sobre o acesso da NSA a smartphones e, em particular, a iPhone em setembro de 2013.

    O documento da NSA em questão revela que o “DROPOUTJEEP é um implante de software para o iPhone da Apple, que utiliza aplicações modulares de missão para fornecer funcionalidade SIGINT específica (captação de informações de inteligência por meio de interceptação de sinais). Essa funcionalidade inclui a capacidade de remotamente gravar/ler os arquivos do dispositivo, incluindo recuperação de SMS, recuperação de lista de contatos, correio de voz, geolocalização, captura de sons via microfone, captura da câmera, localização da torre de celular, além de comando, controle e exfiltração de dados, que pode ocorrer por meio de mensagens SMS ou uma ligação de dados GPRS. Todas as comunicações com o implante são secretas e criptografadas”.

    A NSA aparentemente reivindica uma taxa de sucesso de 100% em instalar o malware em iPhones.

    Enquanto muitas empresas de tecnologia têm se manifestado publicamente contra o programa PRISM desde que foi revelado no início de 2013, Applebaum adverte sobre o envolvimento corporativo.

    “Você acha que a Apple ajudou a construir isso?”, pergunta Appelbaum em um ponto em sua palestra. “Eu não sei. Espero que a Apple esclareça isso. Aqui está um problema: Eu realmente não acredito que a Apple não os ajudou. Eu realmente não posso provar, mas eles [a NSA], literalmente, afirmam que a qualquer momento que tenham como alvo um dispositivo iOS, eles terão sucesso na implantação. Ou eles têm uma enorme coleção de métodos de penetração que trabalham contra os produtos da Apple, o que significa que eles estão acumulando informações sobre os sistemas críticos que empresas americanas produzem e sabotando-os, ou a Apple os sabotou ela mesma. Não tenho certeza da resposta. Eu gostaria de acreditar que, desde que a Apple não participou do programa PRISM até depois de Steve Jobs morrer, que talvez eles apenas escrevam software de merda”.

    Claro, a Apple não é a única fabricante de smartphones a ser alvo da NSA. Segundo a Der Spiegel, dispositivos Android e até mesmo Blackberry têm sido penetrados pela agência, embora talvez não tão bem.

    Tomadas como um todo, cada uma dessas revelações e relatórios pintam um retrato sombrio do alcance dos tentáculos do governo americano.

    A Forbes enfatiza que a única razão pela qual temos qualquer vislumbre destes programas é a atitude corajosa de informantes como Edward Snowden, lembrando que os relatórios vazados oferecem apenas um vislumbre de uma imagem completa, muito maior.

    A Apple rapidamente enviou ao site “CNET” um comunicado negando participação na sabotagem, nos seguintes termos: “A Apple nunca trabalhou com a NSA para criar uma backdoor em qualquer de seus produtos, incluindo o iPhone. Adicionalmente, não temos qualquer conhecimento desde suposto programa da NSA que teria como alvo nossos produtos. Nós nos importamos profundamente com a privacidade e a segurança de nossos clientes. Nossa equipe está continuamente trabalhando para tornar nossos produtos cada vez mais seguros, e facilitamos a nossos clientes manter seus softwares sempre atualizados como os mais recentes avanços”.

    O discurso de Applebaum, com pouco mais de uma hora de duração e que começa com a valiosa recomendação de que qualquer jornalista ou internauta preocupado com sua privacidade use o software Tails 0.2.2, pode ser visto no YouTube e está tendo forte repercussão no Google+ e no Facebook.

    Os slides da apresentação de Applebaum podem ser encontrados no site Cryptome.org, juntamente com a avaliação de que, no ritmo atual de divulgação, levará 42 anos para que todos os documentos vazados por Edward Snowden sejam divulgados.

    Em tempo, na sexta-feira, dia 27 de dezembro, o jornalista Glenn Greenwald também discursou no 30C3, numa palestra que, do mesmo modo, repercutiu intensamente nas redes sociais.

    NSA tem acesso irrestrito aos dados do iPhone, diz Forbes | GGN

    31/12/2013

    NSA grampeava até os cabelos

    Arquivado em: Arapongagem made in USA,NSA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:10 am
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    Tio Sam Democrata

    NSA grampeava hardware

    seg, 30/12/2013 – 20:04

    MarcoPOA

    As revelações sobre o programa de espionagem da NSA continuam, e se você esperava esquecer tudo isso e começar 2014 podendo repensar a sua vida, temos uma má notícia. As coisas continuam bem feias.

    O SPIEGEL publicou dois artigos sobre as Operações de Acesso Adaptadas (TAO, da sigla em inglês) da NSA, que também pode ser conhecida como esquadrão de hackeamento ninja. De acordo com os documentos de Snowden, o TAO tinha um catálogo com todos os equipamentos comerciais com backdoors da NSA. E é uma lista enorme. Produtos de armazenamento da Western Digital, Seagate, Maxtor e Samsung contam com backdoor nos seus firmwares, firewalls da Juniper Networks também foram comprometidos, assim como equipamentos de rede da Cisco e Huawei, e até mesmo produtos não especificados da Dell. O TAO intercepta pedidos online desses e de outros eletrônicos para grampeá-los.

    Artigo integral (Gizmodo Brasil):

    NSA interceptava computadores comprados nos EUA para instalar grampos

    http://goo.gl/HWVhgL

    Artigo Original (spiegel):

    Inside TAO: Documents Reveal Top NSA Hacking Unit

    http://goo.gl/isXbE8

    NSA grampeava hardware | GGN

    23/12/2013

    FinanCIA na Colômbia, mas libera em Manhattan

    Arquivado em: Arapongagem made in USA,CIA,Narcotráfico,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:09 am
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    Se os EUA terminassem com seus consumidores, não haveria fornecedores!

    CIA financia combate às Farc na Colômbia há 10 anos, diz jornal

    Suposto programa oculto, avalizado por Bush e Obama, deu ao país dados e armas

    DE SÃO PAULO

    A agência de inteligência americana vem ajudando há uma década o Exército colombiano a combater as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, grupo guerrilheiro que está fragilizado após 50 anos de existência.

    A fraqueza decorre do apoio americano, que já permitiu ao governo colombiano matar mais de 20 líderes rebeldes, afirma reportagem do "Washington Post" de ontem.

    O programa secreto da CIA fora aprovado pelo presidente George W. Bush no início dos anos 2000, e seguiu sob o governo de Barack Obama, disseram mais de 30 militares e diplomatas ao jornal.

    A cooperação funciona em duas frentes: com acesso a informações americanas em tempo real sobre o paradeiro dos líderes rebeldes e, desde 2006, com o envio de armas e de tecnologia militar.

    O principal item dado ao país latino-americano é um kit de GPS de US$ 30 mil (R$ 71 mil) que transforma uma bomba sem precisão em um artefato que consegue entrar na floresta e matar um inimigo com baixa chance de erro, caso se tenha sua localização.

    Em 2008, a Aeronáutica colombiana lançou mísseis inteligentes americanos através da fronteira com o Equador para matar Raul Reyes, um dos dirigentes das Farc, afirmaram militares americanos.

    A ajuda oculta ainda incluiu escutas da NSA (Agência de Segurança Nacional), órgão que monitorou ligações da presidente Dilma Rousseff e de outros líderes mundiais.

    O pacote oculto não fez parte dos US$ 9 bilhões destinados ao país no Plano Colômbia, iniciado pelo Exército americano em 2000.

    Casa Branca, CIA e o governo da Colômbia não se pronunciaram sobre a reportagem.

    23/11/2013

    Anonymous para nós, mas íntimos do FBI, NSA, CIA, DEA

    Arquivado em: Anonymous,Arapongagem made in USA,FBI,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 8:23 pm
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    anonimas

    Como o FBI usou hackers em sua guerra secreta contra o Brasil

    Até a agência de espionagem canadense coletava informações sobre o Ministério das Minas e Energia do Brasil. Reportagem de Shobhan Saxena.

    Shobhan Saxena (*)

    Primeiro,  a notícia que fez manchetes em todo o mundo na sexta-feira, 15 de novembro. Jeremy Hammond, membro do grupo de hackers LulzSec, foi condenado a 10 anos de prisão em Nova Iorque por uma juíza americana, por ter acessado ilegalmente os servidores da empresa de inteligência privada Strategic Forecasting (Stratfor), em dezembro de 2011. Nessa operação, ele alegadamente roubou milhões de e-mails, milhares de números de cartões de crédito, e destruiu as informações da empresa no processo.   
    A mídia norte-americana noticiou em detalhes a condenação de Hammond. Mas o que foi ignorado pela mídia foi a declaração de Hammond no Tribunal de Manhattan de que ele seguia as “instruções de um informante do FBI [Federal Bureau of Investigation] para invadir os websites oficiais de vários governos em todo o mundo”.
    Em uma revelação chocante, Hammond disse ao tribunal que um colega hacker, conhecido como “Sabu”, deu a ele as listas de websites que eram vulneráveis a ataques, incluindo aqueles de muitos países estrangeiros. Em sua declaração, Hammond mencionou especificamente o Brasil, o Irã e a Turquia antes de a juíza Loretta Preska determinar que ele parasse de falar. A juíza havia avisado que nomes dos países envolvidos deveriam ser removidos para ficar em segredo.
    “Eu invadi vários sites e entreguei várias senhas que permitiram Sabu – e por extensão seus contatos do FBI – controlar esses alvos”, disse Hammond ao tribunal. Sabu era um dos líderes do grupo de hackers LulzSec, afiliado ao grupo Anonymous, mas acabou sendo captado pelo FBI para ser um dos seus mais importantes informantes do mundo hacker depois de sua prisão em 2011.
    Hammon fez uma grande revelação no Tribunal. Ele disse ao mundo que foi usado pelo FBI – através de Sabu – como parte de uma espécie de exército privado que atacou websites vulneráveis de governos estrangeiros. “O governo celebra a minha condenação e a minha prisão, com a esperança de que isso vá encerrar o caso. Eu assumi a responsabilidade sobre as minha ações, e aceitei que sou culpado, mas quando o governo vai responder por seus crimes?”, questionou Hammond no tribunal, antes de a juíza determinar que se calasse.
    A juíza americana não queria que os nomes dos países-alvos da operação de hackers fossem revelados no tribunal. Mas Jacob Appelbaum, um conhecido pesquisador de segurança cibernética que vive em Berlin, divulgou a lista de websites-alvos e da informação disponibilizada no servidor do FBI por Sabu. “Essas intrusões ocorreram em janeiro e fevereiro de 2012 e afetaram mais de dois mil domínios, incluindo numerosos websites de governos estrangeiros no Brasil, na Turquia, na Síria, em Porto Rico, na Colômbia, na Nigéria, no Irã, na Eslovênia, na Grécia, no Paquistão, e outros…”, diz a declaração de Hammond,  segundo Appelbaum em uma série de tuítes na sexta-feira, 15 de novembro.
    Isso significa que o FBI tinha como alvo todos esses países, incluindo o Brasil, através de um grupo de hackers. É interessante notar que o FBI prendeu Sabu em 7 de Junho de 2011, e no dia seguinte, o hacker concordou em tornar-se informante da agência americana. Duas semanas depois, houve um maciço ataque a websites governamentais brasileiros. 
    Em uma notícia de Mathew Lynley no VentureBeat, um website tecnológico, em 22 de Junho de 2011, há a informação de que um integrante brasileiro do grupo de hackers LulzSec invadiu vários websites governamentais brasileiros como parte de uma campanha maciça de ataque de hackers liderada pelo LulzSec. A notícia, intitulada “LulzSec recruta hackers brasileiros e invade dois websites do governo”, diz que tanto o portal da Presidência da República do Brasil quanto o Portal Brasil, do governo, estavam fora do ar quando a VentureBeat tentou acessá-los. “Ambos os websites foram atacados pelo LulzSecBrazil, um sub-grupo do grupo de hackers que fez manchetes recentemente por vários ataques a alvos importantes”, diz a notícia.
    Com Sabu dentro de uma prisão americana e trabalhando para o FBI como informante e usando hackers como Hammond para atacar websites de governos estrangeiros, fica claro que invadir websites do governo brasileiro era uma missão da agência americana.
    Isso não é uma surpresa, após as revelações recentes sobre a Agência Nacional de Segurança (NSA)  mostrarem que os americanos transformaram em alvo a comunicação pessoal da presidente Dilma Roussef. Mais chocante foi a revelação de que a agência de espionagem canadense coletava informações sobre o Ministério das Minas e Energia do Brasil.  Antes havia sido noticiado – graças aos documentos revelados por Edward Snowden  – que os americanos espionaram a Petrobrás também.
    Tudo isso  – as notícias sobre as espionagens da NSA e as revelações de Hammond no Tribunal – revela um cenário perigoso: já há uma guerra cibernética acontecendo no mundo. A guerra foi deslanchada pelos EUA e seus parceiros mais próximos com dois objetivos: o primeiro é roubar o máximo possível de informações sobre governos, cidadãos e empresas de outros países; e segundo, atacar websites de redes de outros governos. Enquanto o primeiro objetivo é conquistado sob a fachada de “luta contra o terror”, o FBI atira usando como apoio os ombros dos grupos de hackers para obter o segundo objetivo.
    A Guerra cibernética não declarada é a última – e mais potente – arma da geopolítica nesses dias. Como as revelações de Edward Snowden mostraram, países de língua inglesa – EUA, Grã-Bretanha, Canadá, Austrália e Nova Zelândia – participaram conjuntamente de um grupo de espionagem, uma rede chamada “Cinco Olhos”. Seus maiores alvos eram países emergentes, como Brasil, Índia, Turquia e México, ou aquelas nações que seguem uma política externa independente.    
    O principal objetivo de toda essa espionagem feita em nome da “luta contra o terrorismo” é o desejo dos países “Cinco Olhos” de manter o seu controle e domínio sobre os recursos minerais e energéticos para continuar com as rédeas da economia global. Isso explica o fato de os EUA terem dividido a missão de inteligência sobre a América do Sul com os outros países “Cinco Olhos”. 
    Não é nenhum segredo que as empresas de petróleo britânicas e americanas planejam lucrar bilhões de dólares em seus campos de petróleo em torno das Ilhas Malvinas. O Brasil apóia a reivindicação argentina sobre essas ilhas, desenvolvendo sua própria tecnologia nas plataformas de petróleo no mar. Os “Cinco Olhos” querem saber tudo sobre a cooperação entre os dois países sul-americanos. Foi por essa razão que o Canadá – que encara o Brasil como uma ameaça nos campos de mineração – espionou o Ministério das Minas e Energia brasileiro.
    O mesmo padrão de invasão cibernética, roubo e espionagem, foi repetido pelos “Cinco Olhos” em todo o mundo – da Índia ao Irã, passando pela Venezuela e China. Tudo isso com o objetivo de assegurar seus interesses financeiros. Mas os ataques do FBI a websites de vários governos são uma completa violação à sua soberania. Os americanos gostam de culpar os chineses por hackear redes de outros países, mas agora – graças a Hammond – sabe-se que o FBI dirige uma guerra secreta e suja contra outros países, especialmente aqueles que ousam seguir uma política externa e econômica independente.
    Nenhum país pode parar esse ataque combinado da NSA, CIA e FBI e seus parceiros “Cinco Olhos”. Mas um esforço conjunto dos países emergentes pode pelo menos expor esse novo estilo de guerra suja.

    Shobhan Saxena é correspondente do jornal indiano The Hindu na América do Sul

    Como o FBI usou hackers em sua guerra secreta contra o Brasil – Carta Maior

    06/11/2013

    Democracia, à força das armas…

    Arquivado em: Democracia made in USA,Terrorismo de Estado — Gilmar Crestani @ 7:55 am
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    A indústria bélica é a força da democracia made in USA!

    Hagel alerta sobre el peligro de un aislacionismo internacional de EE UU

    El secretario de Defensa defiende la importancia de que Washington se apoye en el Ejército pero también en la diplomacia para mantener su influencia mundial

    Eva Saiz Washington 5 NOV 2013 – 19:05 CET1

    El secretario de Defensa, Chuck Hagel, durante su intervención en el CSIS. / SAUL LOEB (AFP)

    El secretario de Defensa de Estados Unidos, Chuck Hagel, ha alertado este martes sobre las graves consecuencias que se derivarían para el liderazgo mundial de su país si se aplica una política de aislacionismo internacional. El mensaje iba dirigido al creciente escepticismo entre las filas demócratas y conservadoras en el Congreso sobre la presencia y la intervención de Washington en los conflictos y escenarios fuera de su fronteras. En su discurso, durante el foro sobre seguridad global organizado por el prestigioso Centro de Estrategia y Estudios Internacionales, el jefe del Pentágono ha apelado a la necesidad de que la nación se sirva no sólo de su fuerza militar, sino también de la diplomática para mantener su preeminencia en el exterior, máxime cuando las Fuerzas Armadas van a afrontar un período de reformas para ajustar su funcionamiento y actividad al drástico recorte presupuestario.

    Aislarnos es una trampa tan mortal como la arrogancia”

    Chuck Hagel

    Consciente de que la indiferencia de la sociedad estadounidense hacia su Ejército y el hartazgo ante las incursiones bélicas no han hecho sino crecer tras las fallidas y largas campañas de Irak y Afganistán, Hagel ha tratado de neutralizar la lógica tendencia a limitar al máximo la implicación de las tropas de EE UU en el extranjero -los enredos foráneos, como los llamaba George Washington-, una corriente que se ha evidenciado este verano con la reticencia de muchos miembros del Capitolio a intervenir en Siria o Egipto. “Muchos americanos, incluidos los congresistas, tienen cada vez más recelos hacia nuestros compromisos y responsabilidades internacionales. Pero aislarnos es una trampa tan mortal como la arrogancia, y debemos evitar ambas si queremos alcanzar una política exterior de éxito en el siglo XXI”, ha afirmado el secretario de Defensa.

    Hagel, no obstante, también ha defendido la necesidad de que esa política exterior no se sustente exclusivamente en la fuerza militar, sino que se apoye en “la diplomacia, la economía y las herramientas de seguridad”para que EE UU pueda afrontar el cambio de prioridades en las relaciones internacionales del país -el fin de “el pie de guerra perpetuo”, lo ha llamado el secretario de Defensa-, una vez superadas las amenazas tras el 11-S. “Nuestro liderazgo va a depender no sólo de la extensión de nuestro poder, sino del reconocimiento de sus límites y de un despliegue inteligente de nuestra influencia”, ha señalado Hagel, quien ha puesto a Siria e Irán como ejemplos de cómo esa nueva estrategia han favorecido los intereses de EE UU. “La fuerza militar siempre será una opción, pero debe ser utilizada como último recurso”, ha defendido.

    Nuestro liderazgo va a depender no sólo de la extensión de nuestro poder, sino del reconocimiento de sus límites y de un despliegue inteligente de nuestra influencia”

    Chuck Hagel

    La pérdida de peso del Ejército estadounidense en la política exterior del país viene condicionada por la reducción del presupuesto del Pentágono en un billón de dólares, que deberá hacerse efectiva a lo largo de la próxima década. Estos recortes, “excesivos, abruptos e irresponsables”, ha dicho Hagel, están minando la moral y la preparación de los militares, ha reconocido el secretario. El secretario de Defensa debe lidiar, no obstante, con la tarea de adaptar las Fuerzas Armadas a los ajustes en su asignación y a los nuevos retos en política exterior y este martes ha compartido las prioridades que cree que deben tenerse en cuenta para lograr ese objetivo y que ya fueron discutidas la semana pasada con los Jefes de Servicio y los Comandantes de Campaña del Departamento de Defensa.

    Estas prioridades servirán para elaborar la propuesta de presupuesto del Pentágono para 2015 que se presentará en febrero del año que viene y la Revisión Cuatrienal de Defensa. Hagel quiere centrarse en la reforma institucional, la evaluación de los objetivos de las Fuerzas Armadas, la preparación militar, la protección de las inversiones en nuevas oportunidades militares, el equilibrio entre operativos de combate -de pequeña y gran escala- y la reforma del sistema de compensación del personal militar, una medida para la que el secretario necesitará el apoyo de un Congreso reticente a autorizar modificaciones en un área tradicionalmente controvertida.

    Hagel ha querido enviar un mensaje de optimismo. “No debemos caer presos de la falsa noción del declive de EE UU”, ha advertido el secretario de Defensa. “La ansiedad sobre los cambios y su alcance van a seguir dominando el debate público, pero esto debe enmarcarse en el contexto adecuado, sobre todo, porque muchos de los retos son políticos y no estructurales. No debemos temer el cambio, sino imbuirnos en él, lo contrario sería contrario a nuestros principios y supondría fallar a las generaciones futuras. Eso no forma parte de nuestro patrimonio ni es nuestro destino”, ha concluido Hagel.

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